O modelo de autoridade corporativa vertical ruiu. Apoiada na visão da filósofa Hannah Arendt, Christiane Rocha e Silva detalha que o título hoje apenas abre a reunião, mas não garante a escuta ativa. A confiança tornou-se estritamente relacional, exigindo que líderes alinhem discurso e prática neste novo cenário, onde a credibilidade não se impõe pelo organograma, mas se confirma pela consistência diária.
