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Domínguez teve conversa ‘dura’ com elenco do Atlético após derrota para o Vitória, revela dirigente 

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Treinador se reuniu com o elenco após a partida (Foto: Pedro Souza / Atlético)

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Não foi apenas a torcida do Atlético que ficou insatisfeita com a derrota para o Vitória, no último sábado (14/3), pelo Brasileirão. Segundo Paulo Bracks, CSO do Galo, o treinador Eduardo Domínguez também demonstrou insatisfação com o elenco e cobrou os jogadores em reunião na Cidade do Galo no domingo (15/3).

“Nós acordamos no CT e, de manhã, fizemos a reunião. Foi muito dura. Ali, o Eduardo e sua comissão técnica foram muito duros com o elenco e, ao mesmo tempo, jogaram para cima a confiança dos jogadores que ficam de cabeça baixa. Ninguém está confortável, distribuindo sorriso. O torcedor precisa saber disso: há uma insatisfação, indignação, mas não falta trabalho para mudar esse cenário, e não vai faltar.”

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O treinador foi flagrado chutando uma garrafa d’água após a entrevista coletiva realizada depois da partida contra o Vitória. Bracks defendeu a atitude do treinador e disse que teve um sentimento pior que Domínguez durante o jogo.

“Eu estava atrás do Domínguez quando ele chutou a água. Ele não chutou para ninguém ver. Ele não jogou para a torcida. Ele estava sendo filmado. Ele não fez aquilo para aparecer, fez em um momento de raiva. Se tivesse uma câmera dentro do camarote em que eu estava assistindo ao jogo, vocês iam ver o que é raiva.”

4R’s participaram?

Perguntado sobre a presença dos acionistas na reunião, Bracks afirmou que nenhum dos 4R’s, donos da SAF do Atlético, esteve presente e que a conversa foi mais focada em quem está presente no “dia a dia” do clube.

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“Foi uma reunião que a gente teve na parte da manhã, logo após ter chegado de viagem. A gente deixou de fazer isso no vestiário do Barradão para fazer poucas horas depois dentro do CT. Foi bem fechada entre nós do dia a dia, staff e grupo de atletas, de uma maneira que quem viveu a partida, a viagem, teve um complemento desse trabalho. Uma conversa de cobrança, de confiança, de levantar a cabeça, de acreditar no que estamos fazendo, de reação, de indignação. Foi uma conversa bastante interna.”

Clique aqui e assista a entrevista na íntegra.

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