O diretor do Atlético Mineiro, Paulo Bracks, se pronunciou após a goleada sofrida para o Flamengo neste domingo (26) e detalhou a situação envolvendo o atacante Hulk, que ficou fora da partida.
Antes de entrar no caso do jogador, o dirigente reconheceu o momento complicado vivido pelo clube.
“É impossível não falar do jogo. A gente está vivendo um momento de turbulência e vamos passar por isso com muito trabalho”, afirmou.
Negociação em andamento
Bracks explicou que o Atlético foi procurado por um clube brasileiro interessado em Hulk, o que deu início às conversas ainda antes da partida.
“Fomos procurados ontem por um clube brasileiro. O staff do jogador conversou com esse clube. Hoje à tarde tivemos uma reunião com o staff e não houve uma decisão”, disse.
Segundo o dirigente, a definição sobre a ausência do atacante aconteceu poucas horas antes do jogo, já no vestiário da Arena MRV.
“Em consenso, entre atleta e clube, decidimos que ele não faria o 13º jogo, o que inviabilizaria uma transferência nacional nesta janela”, explicou.
Pelo regulamento do Campeonato Brasileiro, um jogador não pode defender outra equipe na competição após completar treze partidas, limite que, neste caso, foi tratado internamente considerando a estratégia do clube e do atleta.
Futuro indefinido
O diretor evitou cravar qualquer desfecho imediato, mas garantiu que a situação será resolvida nos próximos dias.
“Assim que tivermos uma definição, não sei se será amanhã ou depois, vamos informar a todos”, concluiu.
A ausência de Hulk, somada à goleada em casa e às críticas da torcida, aumenta a pressão sobre o Atlético, que vive dias de instabilidade dentro e fora de campo.