O fenômeno cultural global Shakira volta ao centro das atenções no Brasil às vésperas de um show que promete ser histórico neste sábado, na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Em meio à expectativa pelo megashow, um dado curioso reforça o alcance da artista: o país tem hoje 393 pessoas registradas com o nome Shakira, um reflexo direto da influência da cantora ao longo das últimas décadas.
Os registros mostram que “Shakira” é um nome relativamente novo entre os brasileiros. A idade mediana é de 20 anos, e grande parte das pessoas com esse nome nasceu entre 2000 e 2009, período em que a artista colombiana dominava as paradas de sucesso. Nenhuma pessoa com esse nome recenseada em 2022 nasceu antes de 1940, o que evidencia como a popularidade da cantora impulsionou a escolha.
Mesmo sendo raro, representando apenas 0,0002% da população, o nome está distribuído por todo o Brasil. São Paulo concentra o maior número de registros (52), seguido por Bahia (37), Minas Gerais (35), Rio Grande do Sul (28) e Rio de Janeiro (27). Em termos proporcionais, Amazonas, Maranhão e Pernambuco se destacam.
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O impacto cultural também aparece nas variações do nome. Formas como Chaquira, Chakira, Shaquira e Shakyra surgem em diferentes regiões, mostrando adaptações criativas inspiradas na grafia original.
E todas essas versões poderão curtir o show da artista de camarote. A iniciativa “Todas as Sharás no Rio”, promovida pelo Santander, vai distribuir 25 pares de ingressos para a área VIP do evento a mulheres chamadas Shakira, além de suas mães, responsáveis pela escolha do nome. A ação também contempla variações como Chakira, Xaquira, Xakira e Shaquira, ampliando o alcance da homenagem.
Show histórico em Copacabana
A apresentação deste sábado será realizada em frente ao Copacabana Palace, com início da programação no fim da tarde e show principal previsto para a noite, com cerca de duas horas de duração. Após a apresentação, DJs continuam a festa até a madrugada, em uma estratégia para facilitar a dispersão do público.
A organização é da Riotur, presidida por Bernardo Fellows, e inclui estrutura especial com áreas reservadas para pessoas com deficiência ao longo da orla.
