PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

América completa 114 anos nesta quinta-feira

Siga no

Foto: Divulgação/ América

Compartilhar matéria

Belo Horizonte amanheceu em tons de verde e branco nesta quarta-feira (30/4). O América Futebol Clube, carinhosamente conhecido como o “Decacampeão”, completa 114 anos de uma trajetória marcada pela ética, pela tradição e por ser um dos pilares fundamentais do esporte brasileiro. Fundada em 30 de abril de 1912, a instituição reafirma sua condição de gigante formador e símbolo de orgulho para sua fiel torcida.

Nascido do entusiasmo de jovens estudantes na capital mineira, o América preserva até hoje a essência de suas origens. Ao contrário de muitos, manteve seu nome e cores desde a fundação, atravessando gerações como o “Clube de Elite” que se popularizou pela fidalguia e pelo futebol vistoso. Sua história é imortalizada pelo feito único do Decacampeonato Mineiro (1916-1925), uma sequência de dez títulos consecutivos que permanece como um recorde inalcançável no estado.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Tradição em Formar e Vencer

Ao longo de mais de um século, o América consolidou-se como o “Celeiro de Talentos”, revelando jogadores que brilharam em Copas do Mundo e nos maiores clubes da Europa. Mas a história alviverde não é feita apenas de revelações; é forjada em conquistas de peso que demonstram a força do Coelho no cenário nacional.

Entre os principais troféus da galeria americana, destacam-se:

  • Campeonato Brasileiro Série B (1997 e 2017)
  • Copa Sul-Minas (2000)
  • Campeonato Brasileiro Série C (2009)
  • 16 Títulos do Campeonato Mineiro

Ídolos de uma Camisa Imortal

A mística americana é personificada por homens que entenderam o peso do manto verde e preto. Satyro Tabuada foi o grande líder da era do Decacampeonato. Nas décadas seguintes, Euller, o “Filho do Vento”, encantou o país com sua velocidade, enquanto Palhinha trouxe a elegância técnica que é a marca registrada do clube.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Nos tempos modernos, o goleiro Milagres tornou-se sinônimo de segurança e paixão, sendo peça chave em conquistas inesquecíveis. Mais recentemente, o volante Juninho escreveu seu nome na história como o atleta com mais jogos pelo clube na era moderna, simbolizando a liderança e a lealdade ao projeto americano. Outros nomes como Givanildo Oliveira, o mestre dos acessos, e jovens como Richarlison, revelado no CT Lanna Drumond, mostram a conexão entre o passado vitorioso e o futuro brilhante.

*Estagiário sob supervisão do coordenador Roberth Costa

Compartilhar matéria

Siga no

Rodrigo Samuel

Graduando em Jornalismo pela UFMG. Estagiário no Grupo Bel desde setembro de 2025.

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de 98

Depois de 13 rodadas, América vence a primeira na Série B

Torcida do América pede que Leila Pereira, do Palmeiras, compre SAF do Coelho

América anuncia Umberto Louzer como novo técnico

Roger Silva não é mais técnico do América

América perde para o Juventude e segue na lanterna da Série B

Procurando a primeira vitória, América encara o Juventude em Caxias do Sul

Últimas notícias

Haaland brilha, e Noruega goleia Iraque no retorno à Copa

Alcolumbre rebate acusação de receber US$ 30 milhões de Vorcaro e fala em tentativa de atingir o Congresso

Atacante que perdeu pai e irmão na guerra lidera a volta do Iraque à Copa após 40 anos

Presidente do PT diz que partido vive impasse em Minas após desistência de Pacheco

Dólar vai a R$ 5,08 com cenário eleitoral e tombo do petróleo

Anvisa cria grupo de trabalho para investigar vacina da dengue do Butantan

Com gol contra Senegal, Mbappé supera Pelé e mira recorde histórico na Copa

Com show de Mbappé, França supera Senegal e vence primeira na Copa

Quando a Justiça precisa de justiça, a quem ela recorre?