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Looks para a Copa 2026: coleções sem a camisa oficial

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Esqueça a camisa da seleção: é isto que vai bombar nos jogos do Brasil na Copa 2026 (foto: divulgação)

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Para entrar no clima da Copa do Mundo de 2026, você não precisa da camisa oficial da Seleção — nem sair das lojas onde já costuma comprar. Hering, Riachuelo, Farm, C&A, Renner e Youcom lançaram coleções inteiras em verde e amarelo, com camisetas, vestidos, moletons, bonés e acessórios à venda nos shoppings de Belo Horizonte e nos sites das marcas. A aposta das redes é a mesma: criar peças que sirvam para o dia de jogo e continuem no guarda-roupa depois dele. A seguir, você confere as principais coleções das grandes lojas e dicas para montar o seu look de torcida.

A competição começou em 11 de junho e vai até 19 de julho, com o Brasil em campo atrás do hexacampeonato — e, fora das quatro linhas, vestir as cores do país virou quase tão disputado quanto o resultado.

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Hering: o “DROP Brasil” para o esquenta e para o jogo

A Hering lançou o DROP Brasil, coleção exclusiva inspirada na torcida, nas cores e na vibração da Copa de 2026. São peças em tecidos leves e respiráveis, modelagens modernas e estampas criadas para o Mundial, em verde, amarelo, azul e branco. A ideia da marca é acompanhar o torcedor do esquenta com os amigos ao jogo decisivo: as camisetas femininas combinam com short ou saia jeans, e as masculinas, com bermuda. É a opção de quem quer conforto para encarar os 90 minutos (ou mais) de partida.

Riachuelo: coleção “Torcida” e a collab de streetwear PIET + POOL

A Riachuelo apostou em duas frentes. A coleção Torcida Incrivelmente Brasil traz camisetas, jaquetas e peças esportivas em verde e amarelo, nas versões feminina, masculina e esporte, com forte apelo popular. Em paralelo, a marca assinou a collab PIET + POOL, que leva o streetwear de vanguarda ao varejo — algumas peças usam algodão agroecológico cultivado no Rio Grande do Norte. Segundo a CMO da Riachuelo, Cathyelle Schroeder, as duas linhas respondem a desejos complementares: o apelo de massa da Seleção de um lado e a autenticidade urbana de outro.

Farm: “Looks pra torcer” com estampas tropicais e tricô

A Farm criou a coleção “Looks pra torcer” justamente para fugir da leitura tradicional da camisa de futebol. A linha reúne vestidos, camisetas, bonés, lenços, peças em tricô e renda, estampas tropicais e até uma linha de souvenirs com o tucano e as araras, ícones da marca. Para Ilma Borges, head de marketing e design da Farm Brasil, torcer sempre foi uma forma de expressar identidade e de se reunir com outras pessoas. É a aposta mais colorida e autoral entre as grandes lojas.

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C&A: verde, amarelo e azul em versão discreta e versátil

Na C&A, o Brazilcore ganhou uma releitura menos óbvia. A coleção parte dos códigos clássicos da Seleção, mas com modelagens e tecidos pensados para o dia a dia — incluindo azul-escuro, versões mais sutis das cores nacionais e bases neutras como branco e preto. A marca afirma ter priorizado peças com apelo estético, conforto e funcionalidade, sem cair na fantasia de torcida. Para quem quer um look verde e amarelo discreto, é o melhor caminho entre as redes.

Renner: coleção própria, linha com Ronaldinho e collab Guaraná Antarctica

A Renner segmentou a torcida em três linhas. A coleção própria mistura referências esportivas, conforto e estética retrô e urbana; uma linha homenageia Ronaldinho Gaúcho e sua ligação com a cena urbana; e a collab oficial com a Guaraná Antarctica soma nostalgia e cultura pop, com 21 peças entre camisetas, polos, bonés, meias e lenços.

Acessórios: a aposta mais barata para entrar no clima

Se a ideia é gastar pouco ou ser mais discreto, os acessórios são o melhor atalho — e estão em alta. Vale investir em peças pequenas que valorizam a brasilidade sem pesar no bolso:

  • Lenços em verde, amarelo e azul, versáteis no cabelo, no pescoço ou na bolsa
  • Brincos, colares e botons nas cores nacionais, para um toque minimalista
  • Bonés e bordados, que dão um ar autoral a camisetas e jaquetas

Onde comprar e como usar além dos jogos

As coleções das grandes redes estão à venda nas lojas físicas — inclusive nos shoppings de Belo Horizonte — e nos sites e aplicativos das marcas, que reforçaram o estoque para dar conta da procura.

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A dica que se repete entre as marcas é tratar a peça como item de guarda-roupa: combinada com jeans, alfaiataria ou tênis, a camiseta ou o moletom verde e amarelo continua útil muito depois do apito final. Como as coleções de torcida esgotam rápido, vale garantir o look antes dos jogos decisivos do Brasil.

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Carol Ferraris

Jornalista, pós graduada em produção de jornalismo digital pela PUC Minas. Produtora multimídia de entretenimento na Rádio 98, com passagens pelo Estado de Minas e TV Alterosa.

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