Mesmo com a derrota por 2 a 0 para o Montevideo City Torque, na noite desta quarta-feira (21/10), o Atlético garantiu a classificação para a final da Copa Sul-Americana e chegou à terceira decisão continental consecutiva. Entre os nomes que buscam o título inédito pelo Galo está o técnico Eduardo Domínguez, que voltará a disputar uma final do torneio após 11 anos.
Em 2015, o argentino esteve à beira do campo na decisão da Sul-Americana, quando comandava o Huracán, da Argentina, diante do Independiente Santa Fe, da Colômbia. Recém-aposentado dos gramados, Domínguez assumiu o comando da equipe poucas semanas depois e, logo no início da carreira como treinador, já teve a oportunidade de disputar um título continental.
Na época, a final era disputada em jogos de ida e volta. A primeira partida aconteceu no estádio Tomás Adolfo Ducó, na Argentina, e terminou empatada sem gols. Na volta, no El Campín, em Bogotá, as equipes repetiram o 0 a 0, levando a decisão para os pênaltis. Nas cobranças, o Santa Fe venceu por 3 a 1 e conquistou a Sul-Americana pela primeira vez, garantindo também o primeiro título internacional de sua história.
Onze anos depois, Domínguez chega a uma nova decisão em um momento positivo no Atlético e consolidado entre os principais treinadores do futebol sul-americano. Sob seu comando, o Galo briga por uma vaga no G5 do Campeonato Brasileiro, disputa as semifinais da Copa do Brasil e agora está na final da Sul-Americana.
O adversário será o Boca Juniors, em 21 de novembro, em Barranquilla, na Colômbia, país onde Domínguez disputou sua única final de Sul-Americana até hoje. Onze anos depois, o treinador terá uma nova oportunidade de conquistar o título continental e mudar o desfecho da história iniciada em 2015.
