A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) se pronunciou nesta segunda-feira (24/8) sobre o racha interno na Galoucura, principal torcida organizada do Atlético, um dia antes do clássico contra o Cruzeiro, pela Copa do Brasil. Segundo o tenente-coronel Henrique Nunes, a corporação acompanha o conflito entre integrantes da organizada e já trabalha na identificação dos envolvidos nas brigas registradas recentemente.
“Existe, sim, um problema na maior torcida organizada do Atlético e realmente há um racha interno entre a administração. A PM vem acompanhando essa situação e alertamos a organizada em relação a isso”, disse.
A PM afirmou ainda que, caso os conflitos não sejam solucionados, poderá recorrer ao Ministério Público para buscar sanções contra a torcida organizada.
“Se insistirem em continuar não resolvendo os problemas internos entre eles mesmos, iremos atuar juntamente com o Ministério Público para poder aplicar as punições necessárias à torcida”, finalizou.
O conflito, de ordem política, ganhou maior repercussão após uma briga entre integrantes da Galoucura nos arredores da Arena MRV. Na última sexta-feira (21/8), a organizada anunciou a suspensão, por tempo indeterminado, do processo eleitoral interno e informou que qualquer decisão sobre a retomada das eleições será comunicada oficialmente pela presidência.
A torcida também determinou o afastamento das subsedes de Betim, Ribeirão das Neves, Norte e Vespasiano, que estão proibidas de utilizar o nome, a marca e a identidade da Galoucura, além de produzir ou comercializar materiais relacionados à entidade.
