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‘Acusado injustamente’, Gabigol desabafa após decisão favorável do CAS

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Gabigol se diz aliviado após absolvição e critica condução do processo antidoping (Gustavo Aleixo / Cruzeiro)

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Gabigol celebrou, nesta sexta-feira (4/7), a decisão do Tribunal Arbitral do Esporte (CAS), que anulou sua suspensão por doping. O atacante, no entanto, destacou os impactos negativos que enfrentou durante quase dois anos de investigação.

“Foram quase dois anos dos mais difíceis da minha vida, quando fui acusado injustamente, apontado por algo que nunca fiz. Nenhuma substância proibida foi encontrada, mas, ainda assim, quiseram me punir por uma suposta ‘atitude’. Vi meu caráter ser questionado, minha palavra desacreditada, minha família sofrer, meus fãs divididos”, disse Gabigol em suas redes sociais. Ele completou: “Carreguei o peso de ser visto como culpado antes mesmo de ser julgado. Vivi a dor de ver potenciais novos caminhos se fecharem e jovens que se inspiram em mim confundidos sobre quem eu realmente sou.”

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Gabigol também agradeceu ao Cruzeiro e aos familiares pelo apoio. “Que justiça, para a justiça, não seja perseguição. Espero que meu caso sirva de reflexão para que nunca mais um atleta, ou qualquer pessoa, passe pelo que eu e minha família passamos. Saio desse processo de cabeça erguida, mas com a certeza de que jamais esquecerei quem caminhou comigo”, disse.

O caso

O Tribunal Arbitral do Esporte (CAS), última instância da justiça desportiva, anulou, de forma unânime e definitiva, a suspensão de 24 meses imposta a Gabigol por suposta violação das regras antidoping. A decisão, sem possibilidade de recurso, foi divulgada nesta sexta-feira.

O comunicado foi realizado pelo Tribunal, com sede na Suíça.

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Segundo o CAS, ainda nos tempos de Flamengo, o atacante teve conduta inadequada durante o exame, mas isso não configura adulteração, conforme o Código Mundial Antidoping. O Tribunal ainda criticou a atuação dos oficiais de controle, que não seguiram protocolos mais firmes no momento do teste.

Gabigol chegou a ser suspenso em março de 2024, mas conseguiu efeito suspensivo e seguiu treinando. Se o recurso tivesse sido rejeitado, o atacante não poderia atuar nem treinar no Cruzeiro até o fim deste mês. A defesa foi conduzida pelo escritório Bichara e Motta Advogados.

O que Gabigol escreveu:
A justiça foi feita. Mas a ferida fica.

Foram quase dois anos dos mais difíceis da minha vida, quando fui acusado injustamente, apontado por algo que nunca fiz. Nenhuma substância proibida foi encontrada, mas, ainda assim, quiseram me punir por uma suposta “atitude”. Vi meu caráter ser questionado, minha palavra desacreditada, minha família sofrer, meus fãs divididos.

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Carreguei o peso de ser visto como culpado antes mesmo de ser julgado. Vivi a dor de ver potenciais novos caminhos se fecharem e jovens que se inspiram em mim confundidos sobre quem eu realmente sou.

O CAS hoje reconheceu o óbvio: que não houve fraude, que não houve adulteração. Que justiça, para a justiça, não seja perseguição. Espero que meu caso sirva de reflexão para que nunca mais um atleta, ou qualquer pessoa, passe pelo que eu e minha família passamos.

Saio desse processo de cabeça erguida, mas com a certeza de que jamais esquecerei quem caminhou comigo.

A verdade sempre prevalece!

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Rafa Silveira

Jornalista formado em Comunicação Social pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). Durante dois anos, foi produtor e redator do programa 98 Esportes, até migrar, em 2024, para a equipe digital da emissora. Hoje, dedica-se à cobertura do futebol brasileiro e internacional, fazendo do jornalismo esportivo sua grande paixão.

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