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Vale tudo? Memphis desperdiça cobrança após adversário cavar buraco na marca do pênalti

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Volante do Palmeiras cavou buraco na marca antes da cobrança; Leis do Jogo indicam conduta antidesportiva, passível de amarelo. (Foto: Reprodução/TNT Sports)

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Os rivais Corinthians e Palmeiras se enfrentaram na noite deste domingo (8/2) e, como de costume, o clássico paulista, vencido por 1 a 0 pelo alviverde, foi marcado por polêmicas. A principal delas aconteceu ainda no primeiro tempo, após pênalti em Gustavo Henrique, marcado para o clube alvinegro.

Enquanto os jogadores do Palmeiras discutiam com a arbitragem, Andreas Pereira foi até a marca do pênalti e, de forma discreta, cavou um buraco com a sola da chuteira, em uma tentativa de atrapalhar a cobrança. A ação surtiu efeito: Memphis Depay escorregou, desperdiçou o pênalti e perdeu a chance de abrir o placar.

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A atitude do volante palmeirense gerou revolta entre os corinthianos, já que o lance teve impacto direto no andamento da partida e no resultado final, com a derrota dos donos da casa.

O que diz o regulamento?

Além da revolta, a ação de Andreas Pereira levantou um questionamento: a conduta está dentro das regras?

De acordo com o livro oficial das Leis do Jogo, da IFAB (International Football Association Board), órgão responsável por definir e regular as regras do futebol mundial, a resposta é não. O regulamento prevê punição para jogadores que façam marcas não autorizadas no campo, o que se enquadra como conduta antidesportiva, passível de cartão amarelo.

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A orientação aparece na Regra 1 (O Campo de Jogo), que determina que apenas as marcações oficiais podem existir no gramado, e também na Regra 12 (Faltas e Conduta Antidesportiva), que trata o ato de alterar o campo de forma indevida como infração disciplinar.

Apesar do escorregão, a cobrança de Depay não poderia ser repetida apenas por causa do buraco. Pelas regras, um pênalti só volta em situações específicas, como invasão de jogadores na área que influencie o lance, goleiro adiantado de forma irregular, interferência externa (como bola estourada ou apito indevido) ou alguma irregularidade no procedimento.

No caso do atacante corinthiano, mesmo com a marca “mexida”, o árbitro só mandaria repetir a cobrança se tivesse identificado a irregularidade antes da batida e corrigido o local, ou se entendesse que houve algo que invalidasse o procedimento.

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Arthur Albuquerque

Jornalista que cobre o dia a dia do futebol brasileiro para o digital da Rede 98. Acumula passagem pela TV Alterosa entre 2021 e 2023.

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