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Paralisação dos garis: lixo acumulado gera transtornos a moradores e comerciantes de BH

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Segundo a Prefeitura de Belo Horizonte, mais de 600 toneladas de lixo deixaram de ser recolhidas das ruas desde a segunda-feira (Arthur Albuquerque/98)

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A paralisação dos garis vinculados à empresa Sistemma, responsável pela coleta domiciliar de lixo em Belo Horizonte, continua nesta terça-feira (20/1) e a interrupção do serviço provoca impactos em diversas regiões da capital. Segundo a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), mais de 600 toneladas de lixo deixaram de ser recolhidas das ruas desde a segunda-feira (19/1).

A interrupção dos serviços afeta bairros das regiões Noroeste, Nordeste e Leste. Os trabalhadores reivindicam melhores condições de trabalho, como a regularização do pagamento do plano de saúde, a manutenção adequada dos caminhões utilizados na coleta e o acerto de valores referentes ao FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

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Leia também: A greve dos garis revela falha de gestão, fiscalização e contingência na limpeza urbana de BH

No bairro Padre Eustáquio, o lixo se acumula nas vias públicas e nas proximidades de estabelecimentos comerciais. O comerciante Pedro Julião afirma que o cenário tem impactado diretamente a rotina e o funcionamento do comércio local.

“Além do lixo acumulado, as pessoas acabam jogando lixo na porta do comércio. Fora o cheiro forte, aparecem baratas e mosquitos, o que atrapalha o nosso dia a dia”, relata.

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Segundo ele, a demora na retomada da coleta pode agravar ainda mais a situação. “Se demorar muito para voltar, a tendência é piorar o acúmulo de lixo, as pessoas não vão deixar o lixo dentro de casa. Quanto mais lixo na rua, mais sujeira”, completa.

O que diz a SLU

Em nota enviada à Rádio 98, a Superintendência de Limpeza Urbana (SLU) informou que iniciou, na manhã desta terça-feira, um plano de contingência para minimizar os impactos da paralisação dos garis da empresa Sistemma.

“Foi mobilizado um efetivo de 308 garis e 47 caminhões, sendo 38 caminhões basculantes e nove compactadores, que já atuam no recolhimento de resíduos nas regiões Leste, Nordeste e Noroeste da cidade. Os trabalhadores e os veículos empregados nessa operação são provenientes de outros contratos de prestação de serviços de limpeza urbana, além de recursos próprios da SLU”, informou a prefeitura.

A SLU acrescentou que acompanha as negociações para a solução do impasse entre os trabalhadores e a empresa. “A autarquia esclarece que está adimplente com todas as suas obrigações contratuais e adota as providências necessárias para garantir a prestação de um serviço essencial à população”, concluiu.

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