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Vacinação contra meningite para jovens de 15 a 19 anos termina na sexta em BH

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Doses da vacina ACWY estão disponíveis nos 153 centros de saúde (Fábio Marchetto / SES-MG)

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A ampliação temporária da vacinação contra meningite para adolescentes e jovens de 15 a 19 anos em Belo Horizonte termina na próxima sexta-feira (27/2). A estratégia, promovida pela Prefeitura de Belo Horizonte, tem como foco reforçar a proteção contra a doença e ampliar a cobertura vacinal na capital.

As doses da vacina ACWY estão disponíveis nos 153 centros de saúde do município e também no Serviço de Atenção à Saúde do Viajante. Desde o início da ação, realizada conforme recomendação da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, já foram aplicadas 449 doses.

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A vacina ACWY protege contra meningites e outras doenças meningocócicas causadas pela bactéria meningococo dos tipos A, C, W e Y — variantes associadas a quadros graves e de rápida evolução.

Para receber a dose, é necessário apresentar documento de identificação com foto e o cartão de vacinação. No caso de menores de 16 anos, a imunização só pode ser feita com a presença dos pais ou responsáveis legais.

Esquema vacinal

No calendário regular do Sistema Único de Saúde, a vacinação contra meningite prevê duas doses aos 3 e 5 meses de idade, além de um reforço aos 12 meses. O imunizante também é aplicado em adolescentes de 11 a 14 anos, em dose única ou como reforço, conforme o histórico vacinal.

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De acordo com a PBH, a cobertura vacinal contra meningite entre crianças menores de 1 ano na capital está atualmente em 94,7%, índice considerado elevado pelas autoridades de saúde.

Risco

A meningite é caracterizada pela inflamação das meninges, estruturas que revestem e protegem o cérebro e a medula espinhal. O problema pode ter diferentes origens, como vírus, bactérias, fungos ou parasitas. Em determinadas situações, a evolução é rápida e grave, representando risco à vida. Também existem casos não infecciosos, associados, por exemplo, a doenças inflamatórias, traumas ou reações a medicamentos.

Os sintomas variam de acordo com a causa, mas alguns sinais costumam ser recorrentes. Entre os mais comuns estão febre, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, náuseas, vômitos e sensibilidade à luz.

Há manifestações que indicam maior gravidade, como confusão mental, convulsões, sonolência excessiva ou dificuldade para despertar e o aparecimento de manchas avermelhadas ou arroxeadas na pele. Diante desses quadros, a busca por atendimento médico deve ser imediata. Em bebês e crianças pequenas, os indícios podem incluir irritabilidade, choro contínuo, dificuldade para se alimentar, vômitos e abaulamento da fontanela (moleira).

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A doença ainda pode provocar complicações como pneumonia, perda de audição, sequelas neurológicas — entre elas convulsões, atrasos no desenvolvimento e dificuldades cognitivas — além de lesões graves, amputações e, em casos extremos, levar à morte.

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Thiago Cândido

Jornalista pela UFMG. Repórter na 98 desde 2025. Participou de reportagens vencedoras do Prêmio CDL/BH de Jornalismo 2024 e Prêmio Mercantil de Jornalismo 2025.

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