Caminhoneiros autônomos avançaram nas negociações com o governo federal e marcaram uma nova reunião para o início da próxima semana, com foco em medidas para reduzir os impactos da alta do diesel e garantir o cumprimento do piso mínimo do frete.
O encontro deve contar com representantes da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e integrantes do governo. A movimentação ocorre em meio à pressão da categoria por maior previsibilidade nos custos do transporte e por ajustes na política de preços dos combustíveis.
Piso do frete entra no centro da discussão
Entre as principais demandas dos caminhoneiros está o fortalecimento do piso mínimo do frete, considerado essencial para garantir renda diante das oscilações do diesel.
A categoria também defende maior fiscalização para assegurar o cumprimento da tabela.
Medidas em debate
Além do piso, os caminhoneiros discutem propostas como:
- maior controle sobre os preços do diesel
- atuação mais firme de órgãos como ANP e Cade
- isenção de pedágio para caminhões vazios em períodos de crise
A avaliação dentro do setor é de que o diálogo com o governo pode abrir caminho para soluções mais estruturais.
Cenário de negociação
Representantes da categoria indicam que ainda há divergências internas, mas a tendência é de buscar alinhamento com o governo antes de qualquer decisão mais drástica.
O foco, neste momento, está na construção de um acordo que traga previsibilidade ao setor e reduza a pressão sobre os custos do transporte rodoviário.
