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Justiça por Orelha: entenda caso do cachorro Orelha, que mobiliza autoridades de SC e famosos

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Caso Cachorro Orelha: Entenda o crime e a investigação (foto: redes sociais)

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O caso do cachorro Orelha se tornou um dos assuntos mais comentados e revoltantes de Santa Catarina, mobilizando a Polícia Civil e o Ministério Público em uma investigação sobre maus-tratos e coação. O crime, ocorrido na Praia Brava, em Florianópolis, contra o animal comunitário estimado pela vizinhança há mais de uma década.

A morte do cachorro Orelha

O cão Orelha era cuidado espontaneamente por moradores e considerado um símbolo afetivo da comunidade. Infelizmente, ele foi alvo de agressões severas que causaram danos irreversíveis à sua saúde.

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Ao ser encontrado ferido, o animal recebeu atendimento veterinário. No entanto, devido à gravidade das lesões provocadas pelos maus-tratos, o cão precisou passar por eutanásia para cessar o sofrimento dele.

Segundo a Polícia Civil, quatro adolescentes estariam envolvidos nas agressões. Desses, dois foram alvo de busca e apreensão no Brasil, enquanto outros dois estão nos Estados Unidos em uma viagem que, segundo apurado, já estava pré-programada.

Caso a autoria seja confirmada, o inquérito sobre os adolescentes que mataram Orelha será remetido à Delegacia Especializada no Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei.

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Além do ataque a Orelha, a polícia investiga um segundo episódio envolvendo o mesmo grupo e um cachorro de pelagem caramelo, que teria sido afogado pelos adolescentes mas conseguiu escapar e depois do caso foi adotado pelo delgado que investiga o caso.

Paralelamente, a comoção nas redes sociais fez com que muitas pessoas da região e até famosos, como Ana Castela e Rafael Portugal, compartilhassem fotos dos tempos em que o cachorro orelha vivia tranquilamente na Praia Brava, pedindo justiça por Orelha.

Coação e obstrução de justiça

O caso cachorro orelha ganhou novos contornos com a descoberta de que adultos estariam tentando interferir nas investigações. A polícia apura a conduta de três adultos — incluindo um pai de um dos jovens e um policial civil — suspeitos de coagir uma testemunha que estava presente no momento na agressão.

Durante a operação, os agentes buscaram por uma arma de fogo que teria sido usada para ameaçar essa testemunha, mas o armamento não foi localizado. Essa ramificação do caso do cachorro Orelha demonstra que a violência contra o animal desencadeou uma série de outros crimes graves que agora estão sob escrutínio da justiça.

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A repercussão em grandes portais, com a cobertura em diversos veículos, mantém a pressão pública para que todos os responsáveis, sejam eles os executores da agressão ou os adultos que tentaram coagir testemunhas, sejam punidos rigorosamente.

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Carol Ferraris

Jornalista, pós graduada em produção de jornalismo digital pela PUC Minas. Produtora multimídia de entretenimento na Rádio 98, com passagens pelo Estado de Minas e TV Alterosa.

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