A Polícia Civil de São Paulo pediu o indiciamento dos proprietários da academia C4 GYM, localizada na Zona Leste da capital, no âmbito da investigação sobre a morte da professora Juliana Fuastino Basseto, de 27 anos. Os empresários prestaram depoimento na noite dessa quarta-feira (11/2) e foram liberados na sequência.
Investigação
Segundo a investigação, a tragédia ocorrida no último sábado (7) foi causada pela manipulação inadequada de produtos químicos. Um funcionário do estabelecimento preparou uma mistura de cloro próxima à área da piscina.
Embora o produto não tenha sido despejado diretamente na água naquele momento, a proximidade fez com que os alunos inalassem vapores tóxicos. A polícia confirmou que o funcionário responsável pelo manuseio não era piscineiro profissional.
Intoxicados
Ao todo, oito pessoas foram intoxicadas. Além do óbito de Juliana, que sofreu uma parada cardíaca após problemas respiratórios, o marido dela, Vinícius de Oliveira (31), permanece internado em estado grave.
Irregularidades
As autoridades constataram que a academia não possuía alvará de funcionamento. O Ministério Público de São Paulo expandiu a apuração para verificar se outras unidades da rede C4 GYM também operam de forma irregular.
