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Caso Master: vídeo mostra dinheiro jogado pela janela durante operação da Polícia Federal

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Durante o cumprimento de um dos mandados que envolve o caso Master, uma pessoa lançou pela janela uma mala com dinheiro em espécie (PF/Divulgação)

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A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (11/2), a terceira fase da Operação Barco de Papel, que apura crimes contra o sistema financeiro envolvendo o Banco Master. Nesta etapa, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados nos municípios de Balneário Camboriú e Itapema, em Santa Catarina.

Durante o cumprimento de um dos mandados, em um apartamento em Balneário Camboriú, um dos ocupantes lançou pela janela uma mala com dinheiro em espécie no momento em que os agentes chegaram ao local. O montante foi recuperado pela equipe. Além do dinheiro, os policiais apreenderam dois veículos de luxo e dois smartphones.

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Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a quantia espalhada pelo chão após ser jogada do imóvel. Os mandados foram expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, com base em indícios de obstrução de investigações e tentativa de ocultação de provas.

O que investiga a Operação Barco de Papel

A Operação Barco de Papel foi instaurada para apurar suspeitas de crimes contra o sistema financeiro nacional relacionados à gestão da RioPrevidência, fundo de previdência dos servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro.

As investigações se concentram, principalmente, em aplicações de aproximadamente R$ 970 milhões do fundo em letras financeiras emitidas pelo extinto Banco Master, posteriormente liquidado pelo Banco Central diante de suspeitas de irregularidades.

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Na segunda fase da operação, deflagrada em 3 de fevereiro, a PF prendeu temporariamente o ex-presidente da RioPrevidência, Deivis Marcon Antunes, sob suspeita de envolvimento em obstrução das investigações e outras irregularidades relacionadas à administração dos recursos do fundo.

Desde o início da operação, em janeiro, a Polícia Federal aponta indícios de que os gestores teriam realizado investimentos incompatíveis com a finalidade previdenciária da autarquia, o que pode configurar crimes como gestão fraudulenta, desvio de recursos e fraude à fiscalização.

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Larissa Reis

Graduada em jornalismo pela UFMG e repórter da Rede 98 desde 2024. Vencedora do 13° Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, idealizado pelo Instituto Vladimir Herzog. Também participou de reportagens premiadas pela CDL/BH em 2022 (2º lugar) e em 2024 (1º lugar).

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