PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Carla Zambelli renuncia ao mandato após STF determinar cassação

Siga no

Deputada está presa na Itália (Lula Marques/ Agência Brasil)

Compartilhar matéria

A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) formalizou a renúncia ao mandato neste domingo (14/12). A comunicação foi enviada à Câmara dos Deputados, que deve dar posse ao suplente Adilson Barroso (PL-SP). Zambelli está presa na Itália.

A saída do cargo ocorre após uma tentativa da oposição de evitar a cassação da parlamentar por meio de votação em plenário. A estratégia não atingiu o número mínimo de votos exigido para a perda do mandato.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Entenda

Em maio, Zambelli foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a dez anos de prisão e à perda do mandato no processo que apurou a invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A decisão transitou em julgado em junho, encerrando as possibilidades de recurso.

Após os desdobramentos judiciais, a parlamentar deixou o Brasil, em julho, com destino à Itália. O caso foi levado à análise do plenário da Câmara, que votou a cassação na madrugada do dia 11.

Na ocasião, 227 deputados votaram pela perda do mandato e 170 pela manutenção, número insuficiente para alcançar os 257 votos necessários. No dia seguinte, o STF anulou a deliberação e determinou a cassação imediata, ao entender que a votação contrariou a Constituição nos casos de condenação definitiva.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A renúncia foi apresentada antes de a Câmara cumprir a decisão do Supremo. Aliados afirmam que a medida buscou preservar direitos políticos da parlamentar.

“Ao renunciar antes da conclusão da cassação, preserva direitos políticos, amplia possibilidades de defesa e evita os efeitos mais graves de um julgamento claramente politizado”, declarou o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL na Câmara.

Outro caso

Além desse processo, Zambelli também foi condenada pelo STF, em agosto, a cinco anos e três meses de prisão e à perda do mandato por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal. A condenação se refere ao episódio em que ela perseguiu um homem armada, na véspera do segundo turno das eleições de 2022.

Compartilhar matéria

Siga no

Thiago Cândido

Jornalista pela UFMG. Repórter na 98 desde 2025. Participou de reportagens vencedoras do Prêmio CDL/BH de Jornalismo 2024 e Prêmio Mercantil de Jornalismo 2025.

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Notícias

Estudo brasileiro alerta para degelo acelerado nas calotas polares

‘Acordei com sirenes’, brasileira em Tel Aviv descreve momentos de tensão após bombardeios em meio a guerra EUA x Irã

Número de vítimas de feminicídio supera em 38% registros oficiais

Anvisa determina apreensão de palmito e suspende melatonina por risco ao consumidor

VÍDEO: Explosão no subsolo abre cratera em rua e interdita trânsito em São Paulo

Tem feriado em março de 2026? Veja o que diz o calendário nacional

Últimas notícias

Vão para o clássico? Cruzeiro atualiza situação de Cássio e Gerson

Atlético x Cruzeiro: Raposa domina finais contra o Galo no Campeonato Mineiro

Nômades digitais enfrentam custo alto e desgaste

Dizer não no trabalho pode evitar desgaste e erro

Oscar 2026: os favoritos da crítica e onde assistir aos filmes indicados

Geely desafia BYD no mercado de elétricos no Brasil

Atlético e Cruzeiro solicitam árbitro de fora de MG para final do Mineiro

Wagner Moura será entrevistado por Jimmy Kimmel nesta semana; saiba quando e como assistir

Governo de Minas inicia liberação dos mosquitos aliados em Brumadinho para combater o Aedes aegypti