PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Defesa de Filipe Martins questiona prisão e cobra análise de provas no STF

Siga no

Martins foi condenado pelo STF, em 16 de dezembro, a 21 anos e seis meses de prisão por cinco crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado entre 2022 e 2023 (foto: reprodução/redes sociais)

Compartilhar matéria

Dez dias após protocolar um pedido de reconsideração, a defesa de Filipe Martins afirma que o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda não analisou provas técnicas apresentadas para questionar a decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou a prisão preventiva do ex-assessor de Jair Bolsonaro.

Segundo a defesa, os documentos apresentados indicam que não houve acesso à conta do LinkedIn atribuída a Martins, como sustenta a acusação. Filipe Martins foi preso preventivamente no dia 2 de janeiro. Dois dias depois, os advogados afirmam ter acessado a conta mencionada nos autos para verificar o histórico de logins e, no dia 6, protocolaram um relatório técnico da Microsoft, responsável pela rede social.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

De acordo com os advogados, o documento reúne registros e datas de acesso que demonstrariam a inexistência de movimentação no perfil atribuído a Martins. A petição com esse material, porém, ainda não teria sido analisada pelo relator.

Para a defesa, a ausência de manifestação do ministro configura omissão relevante. Em nota, o advogado Jeffrey Chiquini afirmou que Martins está preso “sem fundamento técnico” e que a manutenção da custódia viola garantias como a ampla defesa e o contraditório.

Os advogados também criticam a tramitação do caso durante o recesso do Judiciário, no período de ano novo. Segundo eles, a decisão que resultou na prisão foi tomada em prazo considerado curto e sem a realização de perícia técnica solicitada formalmente pela defesa.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A defesa pede a soltura imediata de Martins e afirma aguardar uma resposta do Supremo.

Martins foi condenado pelo STF, em 16 de dezembro, a 21 anos e seis meses de prisão por cinco crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado entre 2022 e 2023. A decisão ainda não transitou em julgado e, por isso, cabe recurso.

Compartilhar matéria

Siga no

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Notícias

Morre Renato Rabelo ex-presidente do PCdoB aos 83 anos

Aplicativo do Banco do Brasil apresenta instabilidade e falhas no PIX neste sábado

Presidente Lula sanciona lei que cria o programa Gás do Povo

Lucas Pinheiro conquista 1° ouro para o Brasil em Olimpíada de Inverno

Nomeado relator do caso Master, Mendonça se reúne com delegados da PF

Oposição intensifica pressão por impeachment de Toffoli após revelações sobre Banco Master

Últimas notícias

MPMG vai apurar se professor da UFMG cometeu crime contra pessoa com deficiência

Música, cultura e valorização dos artistas mineiros: Henrique Portugal fala dos bastidores do Carnaval em BH

Mateus Simões manda desligar professor da UFMG de projetos estaduais após denúncia de discriminação

Marinada e Bloco Desmantelo do Nattan atrasam desfiles em BH

Cruzeiro se acerta com o Palmeiras e encaminha empréstimo de Bruno Rodrigues

É Carnaval em BH! A coletânea das fantasias do domingo em Belo Horizonte

Plantão 24 horas da Copasa garante hidratação de foliões e saneamento para os blocos em MG

Cemig garante segurança elétrica e infraestrutura para 60 blocos em BH e no interior de MG

Domingo de Carnaval em BH: ônibus operam com catraca livre e trânsito tem interdições; confira