PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

‘Do brejo ao pódio’; Minas é destaque no Comida di Buteco 2025

Siga no

Prato leva costela recheada, casqueirada na brasa com mandioca cremosa na manteiga, vinagrete de abacaxi e farofa de alho com bacon (Damille Barros/Divulgação)

Compartilhar matéria

A vaca mineira foi parar no pódio da etapa nacional do Comida di Buteco 2025. É isso mesmo! É que o prato mineiro “a vaca foi pro brejo”, do Nunes Bar e Restaurante, localizado em Ipatinga, no Vale do Aço, conquistou o terceiro lugar geral da atual edição do concurso gastronômico. Os resultados foram divulgados na página oficial do evento nessa terça-feira (1°/6).

Neste ano, o Nunes Bar entrou na disputa com um prato formado por churrasco e acompanhamentos. “A vaca foi pro brejo” leva costela recheada, casqueirada na brasa com mandioca cremosa na manteiga, vinagrete de abacaxi e farofa de alho com bacon.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O primeiro lugar da etapa nacional do Comida di Buteco 2025 ficou com um concorrente de Belém do Pará. O “capitão do sertão de Virgulino Lampião e Maria Bonita”, do restaurante Confraria do Fraga, “papou” o título numa combinação de carne-de-sol suína, baião-de-dois, jabá, jambu, queijo coalho e cheiro-verde, tudo empanado em cuscuz de chicória.

Já o segundo lugar foi para o “joelhinho à pururuca” do Bar do Durante, de Campinas, em São Paulo. O prato leva joelho de porco defumado à pururuca, mandioca cozida e manteiga de garrafa.

A final do Comida di Buteco ocorreu em São Paulo na noite dessa terça-feira (1°/7) e reuniu os campeões regionais dos 27 circuitos no país. A escolha ficou por conta de um júri técnico formado por especialistas de diversos estados, que avaliaram os pratos com base em critérios como sabor, atendimento, higiene e temperatura das bebidas.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Campeões locais

Antes de avançar à etapa nacional do concurso, a aposta do Nunes Bar e Restaurante faturou o primeiro lugar da disputa regional do Comida di Buteco. Além da “vaca no brejo”, o pódio no Vale do Aço teve os pratos ‘Boteco não vive sem rádio, de uma rádio surgiu o boteco’, do Bar Galpão, na segunda colocação, e o ‘Brigadeiro di Buteco’, do Caladinho Bar, na terceira.

Em Belo Horizonte, o campeão da disputa local do concurso gastronômico foi o prato ‘Vaca Faladeira’, do bar Espetinhos do Paulão, pela segunda vez seguida. O petisco é formado por língua de boi recheada com bacon e cenoura ao molho madeira. No ano passado, o estabelecimento também faturou o primeiro lugar do Comida di Buteco em BH com o ‘Boi Bandido’, “amigo da vaca faladeira” que levava costela bovina.

Compartilhar matéria

Siga no

Thiago Cândido

Jornalista pela UFMG. Repórter na 98 desde 2025. Participou de reportagens vencedoras do Prêmio CDL/BH de Jornalismo 2024 e Prêmio Mercantil de Jornalismo 2025.

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Gastronomia

Minas já registrou mais de 600 focos de incêndio em 2026

‘Comida dos deuses’: Vogue México exalta o pão de queijo em edição especial sobre o Brasil

UFMG busca voluntários que perderam entes queridos para pesquisa sobre luto e trauma

Mostra de Cinema de Tiradentes é reconhecida como de relevante interesse cultural de Minas

Acidentes provocam congestionamentos quilômétricos em rodovias na Grande BH

Caminhão tomba, deixa um morto e interdita trecho da BR-381 no sentido São Paulo

Últimas notícias

PF estuda incluir Vorcaro na ‘difusão prateada’ da Interpol para rastrear dinheiro no exterior

Governo destaca queda do desmatamento e ampliação de áreas protegidas no Dia Mundial do Meio Ambiente

Reprecificação de juros nos EUA derruba Ibovespa abaixo de 170 mil pontos; dólar sobe a R$ 5,15

Na Semana do Clima, ministro Eloy Terena defende novo olhar sobre rios, florestas e territórios

Inscrições do Enem 2026 são prorrogadas até 12 de junho

Fachin nega suspeição de Kassio para decidir sobre CPI do Master

Petróleo fecha em queda com dólar forte, mas sobe na semana de olho em tensões no Oriente Médio

Brasil x Egito: onde assistir último amistoso da Seleção antes da Copa 

Lava Jato: juiz condena a até 14 anos de prisão executivos por fraude em licitações