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Minas Gerais confirma três casos de Mpox em 2026

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O Brasil contabiliza 48 infecções em 2026, com uma forte concentração no estado de São Paulo (SP), que soma 41 desses registros (Arquivo EBC)

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A Secretaria de Saúde de Minas Gerais confirmou o registro dos três primeiros casos de Mpox no estado neste ano. O impacto imediato na saúde pública acende um alerta de monitoramento na região metropolitana, mas as autoridades estaduais descartam o risco de uma transmissão em larga escala.

Perfil das Contaminações e cenário nacional

Os diagnósticos recentes ocorreram na Região metropoliana de Belo Horizonte. Dois pacientes residem na capital mineira e o terceiro em Contagem, com as confirmações registradas durante o mês de janeiro. Todos os infectados são do sexo masculino e possuem idades que variam entre 35 e 45 anos.

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No cenário nacional, o avanço da doença se concentra na região Sudeste. O Brasil contabiliza 48 infecções em 2026, com uma forte concentração no estado de São Paulo (SP), que soma 41 desses registros.

Avaliação Oficial e Risco de Contágio

Durante um evento de vacinação na cidade de Sabará nesta segunda-feira (23/2), o secretário de saúde de Minas, Fábio Baccheretti, tranquilizou a população quanto à gravidade da situação. Ele explicou que a enfermidade viral exige contato físico direto para o contágio, o que impede uma disseminação veloz como a observada em vírus respiratórios. O gestor reforçou que, com a busca rápida por um posto de saúde e o início do tratamento imediato, o risco de letalidade é praticamente nulo.

Transmissão e sintomas da MPox

A Mpox é uma doença zoonótica causada pelo vírus MPXV. A transmissão ocorre por contato próximo e prolongado, como abraços, beijos e relações sexuai, com as lesões de pele ou fluidos corporais de uma pessoa infectada.

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O contágio também pode acontecer pelo compartilhamento de objetos contaminados, como roupas, toalhas, lençóis e talheres. O paciente transmite o vírus desde o início dos sintomas até que todas as feridas estejam completamente cicatrizadas.

A evolução do quadro geralmente é de leve a moderada, durando de duas a quatro semanas. Os principais sintomas incluem:

  • Erupções cutâneas, bolhas ou feridas (com ou sem crostas).
  • Adenomegalias (linfonodos inchados, popularmente conhecidos como “ínguas”).
  • Febre, calafrios e sensação de fraqueza extrema.
  • Dores no corpo e dores de cabeça intensas.

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Roberth R Costa

Atuo há quase 13 anos com jornalismo digital. Coordenador Multimídia. Rede 98 | 98 News

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