O ministro Alexandre de Moraes pediu ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, que se manifeste sobre a necessidade de prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro.
De acordo com o colunista Paulo Capelli, do Metrópoles, o pedido foi feito pelo ministro após análise de uma notícia-crime que foi protocolada contra Bolsonaro no dia 18 de março. O procurador-geral ainda não se manifestou sobre o tema.
Segundo Moraes, a avaliação da prisão preventiva pela PGR é necessária “a fim de garantir a ordem pública e a instrução processual.”

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O ministro do STF determinou ainda que a procuradoria analise se os atos pró-anistia promovidos por Jair Bolsonaro “incitam crimes contra as instituições democráticas e coação no curso do processo”.
Outro pedido de Moraes, agora para o Ministério Público, é para que sejam aplicadas medidas cautelares com a justificativa de que “novas convocações que possam incitar atos antidemocráticos.”
O ex-presidente convocou uma manifestação pró-anistia para domingo (6/4), na Avenida Paulista.
Zema confirma presença no ato da Paulista
Ainda segundo o colunista Paulo Capelli, o governador Romeu Zema declarou que vai participar do ato pró-anistia no próximo domingo (6/4), na Avenida Paulista.
A presença teria sido confirmada com o Bolsonaro por telefone.