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‘Não existe veto a nenhum projeto’, afirma Tadeu Leite sobre início dos trabalhos na ALMG

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Tadeu Leite, presidente da ALMG. (Divulgação/ALMG)

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O presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Tadeu Leite, afirmou nesta quarta-feira (19/2) que projetos considerados polêmicos e sensíveis, em tramitação na ALMG, podem ser considerados como prioridade na casa. Um exemplo são as pautas sobre a regulação da Artemig e a aprovação dos pedágios da RMBH, entre Belo Horizonte e o aeroporto de Confins.

Leite comandou a primeira sessão da ALMG no ano, ocorrida durante esta tarde. Ele disse que o início dos trabalhos de 2025 envolve articulação e esforço interno dos parlamentares para que os projetos sejam pautados na casa.

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“Esses são temas quentes e já temos audiências públicas convocadas para discutir os assuntos. São temas de interesse da população, e acredito que eles precisam ter uma modelagem que faça investimentos nas rodovias, mas que também não penalize a população. Eu acredito que a regulação de uma agência é um caminho interessante, desde que ela tenha autonomia para fazer esse trabalho”, comentou.

O presidente afirmou que o trabalho começou com mais de 30 projetos na pauta, debatidos por diferentes parlamentares, e que uma reunião entre os líderes das bancadas já está em construção para a pauta da próxima semana.

Relação com governo do estado

Perguntado sobre a relação da ALMG com o novo secretário de Governo, Marcelo Aro, o presidente da casa disse que a Assembleia é independente. Ele afirmou ainda que não existe exclusividade das pautas do governo, mas que a casa está aberta para o diálogo.

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“Todos os projetos do governo foram votados, avaliados e aprovados. Não existe veto a nenhum projeto, o que queremos é construir um caminho para viabilizar pautas de interesse público. Nos pautamos pelo diálogo e pela harmonia com o governo do estado, mas a ALMG vai permanecer independente”, afirmou.

Questionado sobre a tramitação da pauta da privatização da Cemig e da Copasa, o presidente afirmou que não é possível essa discussão sem vincular o debate ao Propag. “O que precisamos aguardar é a regulamentação do Propag, que é uma realidade, para saber quais projetos estarão no bojo dessa discussão. Não sou contra a privatização, mas precisamos entender o que é melhor para a população. O Propag é uma solução definitiva para Minas Gerais”, finalizou.

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Marcelle Fernandes

Jornalista com foco em produção multimídia e passagem pela comunicação de empresas públicas, privadas e agências de comunicação. Atuou também com produção para jornais, revistas, sites, blogs e com marketing digital e gestão de conteúdo.

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