PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Exclusivo: Simões diz que conselheiro e juiz podem ‘estribuchar no chão’, mas garante criação de escolas cívico-militares

Siga no

Simões criticou o que classificou como interferência indevida do Judiciário e de órgãos de controle na política educacional (Rafael Mendonça/98)

Compartilhar matéria

O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), reagiu com críticas duras às decisões que suspenderam a implantação do Programa de Escolas Cívico-Militares na rede estadual e afirmou que o governo vai recorrer para garantir a continuidade do projeto.

A declaração ocorre após o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) restabelecer, na semana passada, a paralisação do programa prevista para 2026. A decisão do desembargador Pedro Carlos Bittencourt Marcondes acolheu recurso do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que apontou possíveis irregularidades orçamentárias e legais na execução da política pública.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Questionado sobre o tema, Simões criticou o que classificou como interferência indevida do Judiciário e de órgãos de controle na política educacional.

“Elas serão abertas. Não compete a conselheiro do Tribunal de Contas nem a juiz decidir onde o filho de alguém vai estudar. Essa é uma decisão do pai”, declarou.

A Rede 98 procurou o Tribunal de Justiça de Minas Gerais e o Tribunal de Contas do Estado para obter um posicionamento sobre a fala do vice-governador e aguarda o retorno.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

‘Ato de autoritarismo inadmissível’

O vice-governador afirmou que a suspensão de consultas públicas sobre a implantação das unidades representa, em sua avaliação, um “ato de autoritarismo inadmissível”. Segundo ele, o Executivo estadual irá recorrer das decisões.

“Vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para que os pais possam escolher. Nenhum conselheiro, juiz ou desembargador vai me convencer de que um pai não tem direito de escolher o regime em que o filho estuda”, disse.

Simões argumentou que o modelo cívico-militar não será imposto às famílias, mas oferecido como alternativa na rede pública de ensino. “Não estamos impondo educação com cultura militar a ninguém. Estamos dando oportunidade para quem quer esse modelo”, afirmou.

O vice-governador também associou a proposta a valores como hierarquia, respeito e disciplina, e reiterou que continuará defendendo a implantação das escolas no estado.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Compartilhar matéria

Siga no

Larissa Reis

Graduada em jornalismo pela UFMG e repórter da Rede 98 desde 2024. Vencedora do 13° Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, idealizado pelo Instituto Vladimir Herzog. Também participou de reportagens premiadas pela CDL/BH em 2022 (2º lugar) e em 2024 (1º lugar).

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Política

Vorcaro é autorizado a assistir TV e usar academia na Papudinha

Gilmar critica afastamento do diretor da PF: ‘Tem que se algemar antes de fazer isso’

‘É o momento mais corrupto da história do Judiciário no Brasil’, afirma Dino

Dino diz que relatório da PF sobre caso Master nunca foi analisado pelo colegiado do STF

Dino e Fachin batem boca durante sessão do STF sobre caso Moraes

Nunes Marques se declara impedido em julgamento sobre Moraes no STF

Últimas notícias

Viña minimiza pressão no Cruzeiro: ‘Tem cobrança é porque o time é grande’

Matías Viña diz se sentir bem fisicamente e pronto para jogar pelo Cruzeiro

‘Não aponte o dedo pra mim’: Mendonça rebate Gilmar, que acusa ministro de usar eleições para acusar Moraes

Copasa aciona MP e aponta possível sabotagem em rompimentos de adutoras em BH

Morte de Domingos Montagner completa 10 anos; relembre a carreira do artista

‘Quem tem medo da Polícia Federal?’: Moraes e Mendonça batem boca

Exportações de café sobem mais de 50% no início de setembro

Atlético vende 33 mil ingressos para decisão contra o Santos na Arena MRV

Tiktoker Duda Alves morre aos 22 anos; velório é nesta terça