O Brasil conhece há décadas os principais obstáculos ao crescimento econômico, mas o próximo ciclo político exigirá mais do que diagnósticos.
A baixa produtividade, os gastos tributários, a economia fechada e a insegurança jurídica limitam o avanço do país.
Uma agenda de crescimento passa por reforma tributária, abertura econômica, infraestrutura, educação e melhor alocação de capital.
O desafio é reduzir privilégios e criar incentivos para investimento, inovação e ganho de eficiência.
Sem mudanças estruturais, o país corre o risco de manter crescimento potencial baixo, juros elevados e aumento da dívida pública.
