O cantor, pianista e compositor Benito di Paula morreu nesta semana, aos 84 anos, deixando uma obra marcada por sambas românticos e pela combinação de popularidade e sofisticação musical. Autor de sucessos como Retalhos de Cetim e Charlie Brown, o artista conquistou projeção nacional a partir da década de 1970 e construiu uma identidade própria na música brasileira. Em uma reflexão sobre sua trajetória, Daniela Zupo questiona se o reconhecimento dado ao compositor em vida esteve à altura da importância de seu legado.
