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Bom profissional não é necessariamente bom líder

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O desempenho técnico de um profissional não garante sua capacidade de liderar uma equipe. A transição para um cargo de gestão exige competências como tomada de decisão, resolução de conflitos, abertura a críticas e desenvolvimento de pessoas. O temperamento pode ajudar a compreender comportamentos, mas não determina a aptidão para a liderança, que deve ser avaliada a partir das atitudes e da capacidade de conduzir equipes e alcançar resultados coletivos.

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Bárbara Nogueira

Diretora, headhunter e career advisor na Prime Talent, empresa do Agilium Group. Com mais de 10 anos de experiência em Recursos Humanos, já avaliou mais de 15 mil executivos. Pós-graduada em Negócios e Conselheira pela Fundação Dom Cabral, é executive coach certificada e especialista em microexpressões e PNL.

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