A disparidade entre o aumento do salário mínimo (155%) e o baixo crescimento da produtividade (25%) nas últimas três décadas é o motor oculto dos juros altos no Brasil. Sem ganhos reais na produção, o estímulo fiscal ao consumo gera apenas pressão inflacionária e encarece o crédito, anulando efeitos positivos de curto prazo.
