As marcas chinesas devem dobrar sua participação global para 21% até 2030, impulsionadas pela queda no custo das baterias, que passarão a representar apenas 20% do valor do veículo. Boris Feldman destaca que essa redução permitirá equiparar o preço do elétrico ao do carro a combustão, consolidando a presença asiática no Brasil, inclusive através de modelos da GM, Fiat e Volvo.
