O silêncio das equipes no retorno de janeiro não deve ser confundido com desinteresse, mas interpretado como sinal de exaustão ou falta de segurança psicológica. Responder a esse comportamento com excesso de reuniões apenas agrava o bloqueio, exigindo que líderes aprendam a ler a pausa como dado estratégico antes de forçar novas demandas comunicacionais.
