A hiperinflação alemã dos anos 1920 é um dos exemplos históricos usados para entender a relação entre desequilíbrio fiscal, emissão de moeda e inflação. Após a Primeira Guerra Mundial, o financiamento dos déficits e das reparações impostas ao país contribuiu para uma forte expansão monetária e para a disparada dos preços. O processo só foi interrompido com medidas de ajuste fiscal e uma reforma monetária, reforçando a relação entre a origem do problema e os mecanismos necessários para sua resolução.
