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Imposto do pecado: entre arrecadação e consumo

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O chamado imposto do pecado busca reduzir o consumo de produtos nocivos e, ao mesmo tempo, gerar arrecadação. O problema é que esses objetivos podem entrar em conflito: alíquotas maiores podem reduzir o consumo formal e estimular o mercado ilegal, especialmente no caso de produtos como cigarros e bebidas.

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Izak Carlos

É economista-chefe do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). Formado em economia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com MBA em Gestão Financeira pela Fundação Getúlio Vargas, mestrado e doutorado em economia aplicada pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), já atuou como economista, especialista e consultor econômico da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG). Izak também é sócio-diretor da Axion Macrofinance e Especialista do Instituto Millenium.

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