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Mineradoras x Big Techs: quem lucra mais no cenário global?

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A margem de lucro das mineradoras é menor devido aos altos custos operacionais e à volatilidade dos mercados (Foto: Divulgação/Freepik).

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Oi, pessoal! Aqui é o Leonardo André Gandara, da Conexão Mineral. Você sabe quais são as maiores mineradoras do mundo em termos de receita? O novo ranking de 2025, publicado pelo site Mining Visuals, traz dados atualizados que revelam o poder financeiro das gigantes do setor. Pois é, BHP e Rio Tinto lideram a lista.

A BHP aparece com receitas de 56 bilhões de dólares, e a Rio Tinto, com 54 bilhões de dólares, destacando a eficiência operacional e os benefícios de commodities de alta margem, como o minério de ferro. Outros nomes, como Vale e Anglo American, também figuram entre os líderes mundiais, com destaque para seus portfólios diversificados e presença em múltiplos continentes.

O ranking mostra ainda como a produção de carvão, cobre, minério de ferro e metais críticos segue sendo um dos grandes motores de receita dessas empresas, especialmente diante da crescente demanda impulsionada pela transição energética e pelas cadeias de suprimento globalizadas. Uma comparação interessante: as 16 maiores empresas de mineração geraram 678 bilhões de dólares em receita.

Em contraste, as três maiores empresas de tecnologia, as Big Tech, geraram 1,4 trilhão de dólares em receita em 2025. A margem de lucro das mineradoras é menor devido aos altos custos operacionais e à volatilidade dos mercados. Ainda assim, as principais empresas estão gerando receitas massivas e convertendo uma parte significativa em ganhos, permitindo novos projetos e retorno de capital aos acionistas.

Mais do que números, esse levantamento revela o impacto estratégico que o setor mineral tem na economia global e nas políticas de segurança energética, industrial e ambiental. Vale a pena acompanhar de perto esses movimentos, afinal, as maiores mineradoras não apenas produzem recursos: elas também moldam o futuro.

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Leonardo Gandara

Graduado em Direito pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), especialista em Legislação e Regulação Ambiental (Ecobusiness School), MBA em Direito da Energia (FGV Rio) e Mestre em Direito Público (PUC Minas). Advogado, Gerente Jurídico da Equinox Gold, atua na indústria da mineração há mais de 20 anos, além de processos de reparação de desastres; professor em cursos de pós-graduação e autor de artigos científicos.

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