Trabalhadores terceirizados da educação municipal de Belo Horizonte, contratados pela MGS, decidiram manter a greve em assembleia realizada nesta segunda-feira (23/02).
A categoria também aprovou um plano de reivindicações. Entre elas está a Campanha Salarial de 2026 e a revisão dos contratos dos terceirizados junto à Secretaria Municipal de Educação (SMED).
Após a reunião, os trabalhadores seguiram em manifestação até a porta da Prefeitura, na Avenida Afonso Pena.
Uma nova assembleia está prevista para quarta-feira, dia 25, às 14h, na Praça Afonso Arinos, para avaliar os rumos do movimento.
A paralisação envolve profissionais que atuam nas escolas da rede municipal e ocorre em meio a queixas sobre condições de trabalho, incertezas contratuais e processos licitatórios em aberto.
O que diz a Prefeitura
Procurada pela Rede 98, a Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte informou que “está acompanhando a paralisação”.
“A SMED e as direções escolares adotaram medidas organizacionais para reduzir impactos no funcionamento das escolas e garantir a continuidade das atividades.
A Secretaria monitora a adesão ao movimento com o objetivo de restabelecer plenamente a rotina das unidades no menor prazo possível”, completou a pasta.
