Você já parou para pensar em quem seria o Beatle favorito de um próprio Beatle? Foi essa pergunta que pegou Paul McCartney de surpresa e rendeu uma resposta que divide o coração entre passado e presente. Em participação no programa Chicken Shop Date, comandado por Amelia Dimoldenberg, o músico foi questionado sobre qual era seu integrante favorito da banda — uma das perguntas que os fãs fazem há décadas.
O que Paul McCartney respondeu sobre seu Beatle favorito?
McCartney dividiu a resposta entre o hoje e o ontem. “Bem, só resta um. Atualmente, é o Ringo”, respondeu ele, com bom humor, lembrando que, dos quatro integrantes originais, apenas ele e Ringo Starr seguem vivos. Em seguida, voltou ao tempo da banda: “Durante os Beatles, acho que todos nós costumávamos admirar o John. Ele era como o líder, mesmo que não houvesse oficialmente um líder do grupo. Era muito espirituoso e ótimo de se ter na banda”, afirmou. Para ele, o reconhecimento era unânime: todos provavelmente teriam apontado John como o Beatle favorito.
Por que Lennon segue presente na criação de McCartney?
A admiração por Lennon não ficou no passado — ela ainda guia o processo criativo do compositor. Em um bate-papo com o ator Paul Mescal, divulgado pela Amazon dentro do projeto “In Conversation”, McCartney revelou que ainda recorre mentalmente a Lennon ao compor: “neste disco, eu talvez até me refira a ele na minha mente, como se ainda estivéssemos escrevendo juntos”. Ele contou ainda que gosta de escrever sobre Lennon e George Harrison nos dias de hoje porque é como “revisitá-los”.
O novo álbum tem o primeiro dueto entre Paul e Ringo
A revelação chega em um momento simbólico. Em 29 de maio de 2026, McCartney lançou The Boys of Dungeon Lane, álbum de inéditas de temática nostálgica, co-produzido com Andrew Watt e com participação de Ringo Starr. A faixa que une os dois é a ponte afetiva do disco: “Home to Us” se tornou o primeiro dueto entre Paul e Ringo, algo que não havia acontecido em décadas de convivência. “Depois de todo esse tempo que nos conhecemos, é outro presente”, disse McCartney sobre a colaboração
