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Pé de galo, dentadura e até TV de 55 polegadas: Uber revela objetos mais inusitados esquecidos em viagens

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Larissa Reis

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O levantamento anual divulgado pela empresa mostra que, além dos tradicionais celulares e chaves, os brasileiros continuam deixando para trás itens inusitados (Uber/Divulgação)

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Uma cartela com 60 ovos, três melancias inteiras, uma dentadura incompleta e até um pé de galo herdado da avó estão entre os objetos mais curiosos esquecidos por passageiros em viagens de Uber no Brasil. O levantamento anual divulgado pela empresa mostra que, além dos tradicionais celulares e chaves, os brasileiros continuam deixando para trás itens inusitados e até difíceis de imaginar dentro dos veículos.

A lista reúne os pertences esquecidos ao longo do último ano e revela situações que vão do engraçado ao surpreendente. Entre os destaques estão eletrodomésticos recém-comprados, como liquidificadores, cafeteiras elétricas e airfryers, além de um barril de chope de 50 litros que acabou abandonado após uma corrida.

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No quesito alimentação, os passageiros também chamaram atenção. Além da cartela de ovos e das três melancias, diversos alimentos foram esquecidos durante os trajetos.

Já entre os objetos de valor sentimental, um item chamou a atenção da empresa: um pé de galo que pertencia à avó do passageiro. Os populares bonecos Labubu, febre entre colecionadores, também apareceram entre os objetos deixados nos carros.

A área da saúde não ficou de fora da lista. Usuários esqueceram aparelhos auditivos, a parte inferior de uma dentadura e até um dente humano recém-caído. Também foi encontrado no banco de trás de um veículo um cartão de vacinação canina.

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Profissionais de diferentes áreas também entraram para o ranking dos esquecidos. Um piloto de avião deixou seu tradicional quepe dentro de um carro, enquanto um agente de segurança esqueceu o cassetete utilizado no trabalho. Entre atletas e músicos, foram encontrados dois berimbaus e troféus de karatê e de “rei da praia”.

O levantamento mostra ainda que o tamanho do objeto não é um obstáculo para a distração. Entre os casos mais curiosos estão passageiros que esqueceram uma televisão de 55 polegadas e um ventilador de pé inteiro após desembarcarem.

Até mesmo uma única peça de dominó foi deixada para trás. Segundo a Uber, tratava-se da peça “sena e terno”, conhecida popularmente como 6 e 3.

Celular lidera ranking dos itens mais esquecidos

Apesar das histórias inusitadas, os objetos mais frequentemente esquecidos continuam sendo os mesmos de todos os anos. O ranking é liderado por celulares e câmeras, seguido por mochilas, bolsas, malas e pastas.

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Confira os dez itens mais esquecidos pelos brasileiros:

  1. Celulares e câmeras;
  2. Mochilas, bolsas, malas, pastas e caixas;
  3. Chaves;
  4. Carteiras e bolsas de mão;
  5. Óculos;
  6. Fones de ouvido e caixas de som;
  7. Passaportes;
  8. Roupas;
  9. Notebooks;
  10. Dinheiro.

Teófilo Otoni aparece entre cidades com mais ‘esquecidinhos’

O estudo também apontou as cidades brasileiras onde, proporcionalmente, os passageiros mais esqueceram pertences durante as viagens. Entre elas está Teófilo Otoni, em Minas Gerais, que aparece na quarta posição do ranking nacional.

As dez cidades com maior índice proporcional de objetos esquecidos são:

  1. Três Lagoas (MS);
  2. Itumbiara (GO);
  3. Catalão (GO);
  4. Teófilo Otoni (MG);
  5. Patos (PB);
  6. Rondonópolis (MT);
  7. Guarapuava (PR);
  8. Rio Verde (GO);
  9. Tangará da Serra (MT);
  10. Caldas Novas (GO).

Como recuperar um objeto perdido

Quem esquecer algum pertence durante uma viagem pode solicitar a recuperação diretamente pelo aplicativo. O usuário deve acessar a área de atividades, selecionar a corrida realizada e utilizar a opção “Encontrar objeto perdido” para entrar em contato com o motorista.

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Caso o item seja localizado, motorista e passageiro combinam a devolução. A Uber informa que uma taxa de devolução pode ser cobrada para compensar o deslocamento do motorista, com o valor repassado integralmente ao parceiro responsável pela entrega do objeto.

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Larissa Reis

Graduada em jornalismo pela UFMG e repórter da Rede 98 desde 2024. Vencedora do 13° Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, idealizado pelo Instituto Vladimir Herzog. Também participou de reportagens premiadas pela CDL/BH em 2022 (2º lugar) e em 2024 (1º lugar).

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