O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (6/7) que solicitou à FIFA a revisão da suspensão do atacante Folarin Balogun, expulso durante a vitória da seleção norte-americana sobre a Bósnia e Herzegovina, pela Copa do Mundo.
Segundo Trump, o pedido se limitou à reavaliação da punição e não representou uma tentativa de interferir na decisão da entidade. O republicano também questionou a atuação do árbitro brasileiro Raphael Claus, responsável pela expulsão do jogador.
Em declaração a jornalistas no Salão Oval da Casa Branca, Trump disse que não considerou a jogada passível de cartão vermelho. “Eu pedi uma revisão, pois não achei que foi falta. Tudo o que fiz foi pedir a revisão, não disse a eles o que devem fazer”, afirmou.
A suspensão de Balogun foi anulada no domingo (5) pelo Comitê Disciplinar da FIFA, permitindo que o atacante estivesse à disposição da seleção dos Estados Unidos para o confronto das oitavas de final contra a Bélgica, disputado nesta segunda-feira (6/7), em Seattle.
O jogador havia sido expulso aos 19 minutos do segundo tempo da vitória por 2 a 0 sobre a Bósnia e Herzegovina, após uma entrada em Tarik Muharemovic. Pela regra adotada na competição, a punição automática previa suspensão de uma partida, o que impediria sua participação no mata-mata.
Ao anunciar a decisão, a FIFA informou que aplicou o artigo 27 do Código Disciplinar, que permite a suspensão total ou parcial da execução de sanções esportivas em caráter probatório. Conforme a entidade, a suspensão automática de Balogun foi anulada por um período de um ano.
Após a decisão, Trump também se manifestou nas redes sociais. Em publicação, agradeceu à FIFA pela revisão do caso e afirmou que a entidade “fez a coisa certa” ao reverter o que classificou como uma “injustiça” envolvendo o atacante da seleção norte-americana.
