PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Almoço de Dia dos Pais deve custar mais que o presente em BH

Siga no

Compartilhar matéria

Quem pretende comemorar o Dia dos Pais em Belo Horizonte deve gastar mais com a celebração do que com o presente. A previsão é de R$ 340,30 com a comemoração, contra R$ 262,20 com o item comprado para o homenageado, segundo pesquisa da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH).

A comemoração foi citada por 36,5% dos entrevistados. Entre eles, 79,5% pretendem fazer um almoço em família e 15,1% planejam ir a um restaurante.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Presente sobe 15,6% em um ano

O valor médio destinado ao presente cresceu 15,6% em relação a 2025, quando ficou em R$ 226,77. Entre os consumidores que também presentearam no ano passado, 46% dizem que vão gastar mais, 41,3% pretendem manter o mesmo valor e 7,9% planejam reduzir.

Roupas concentram a maior parte da intenção de compra, com 35,8%, seguidas por calçados (16,8%) e cosméticos e perfumes (15,8%). Acessórios como óculos, relógios, cintos e carteiras somam 7,4%, e eletrônicos, 4,2%.

O presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva, avalia que a alta do tíquete médio favorece o varejo da capital porque a demanda se concentra em categorias com forte presença nas lojas locais.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Quem vai receber presente

  • Pais: 67,9%
  • Maridos e pais dos filhos: 23,1%
  • Avôs: 5,1%
  • Irmãos: 5,1%
  • Filhos: 3,8%

Entre os 58% que não pretendem presentear, o principal motivo é a ausência da figura paterna, apontada por 69%. Aparecem ainda a distância do homenageado (9,5%), a situação financeira (6%), a falta do hábito de presentear (4,3%), o endividamento (2,6%) e o desemprego (1,7%).

Compra na loja física e pagamento no Pix

O varejo físico está na intenção de compra de 74,4% dos entrevistados: 59% vão comprar apenas presencialmente e 15,4% pretendem combinar loja e internet. Shopping center e lojas de rua empatam como destinos preferidos, com 31,2% cada.

O pagamento à vista predomina, com 60%, e o Pix é a modalidade mais citada (30,8%). Entre os 40% que vão parcelar, a média é de até três vezes.

A maior movimentação no comércio deve ocorrer nos dias que antecedem o domingo. Entre quem deixa a compra para o fim, 27,9% citam falta de tempo e outros 27,9%, hábito.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Metodologia: a CDL/BH ouviu 200 consumidores da capital entre 22 e 25 de junho, com intervalo de confiança de 95% e erro amostral de 6,9 pontos percentuais.

Compartilhar matéria

Siga no

Carol Ferraris

Jornalista, pós graduada em produção de jornalismo digital pela PUC Minas. Produtora multimídia de entretenimento na Rádio 98, com passagens pelo Estado de Minas e TV Alterosa.

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Economia

Fiemg: corte da Selic para 14% é positivo, mas juros seguem elevados para impulsionar a indústria

Copom reduz taxa de juros em 0,25 ponto pela 4ª vez seguida e Selic cai a 14% ao ano

Inflação desacelera em Belo Horizonte e fecha julho com alta de 0,41%, aponta Ipead

Seminário da Rede Mater Dei debate inovação na saúde e destaca expansão para São Paulo

UFMG promove seminário sobre macroeconomia imobiliária e debate os impactos do setor na economia brasileira

Desenrola Brasil 2.0 é prorrogado até 31 de agosto

Últimas notícias

Cruzeiro vence a Chapecoense e se classifica na Copa do Brasil

Cruzeiro x Chapecoense: acompanhe AO VIVO na Rede 98!

Foguete da SpaceX colide com a Lua e deixa cratera de 18 metros

Renan Santos: Se STF tomar decisão ilegal, ela não será cumprida em meu governo

Bolsonaro pede a Moraes autorização para receber Flávio e demais filhos no Dia dos Pais

Linkin Park anuncia documentário “Unshatter” nos cinemas com show gravado em SP

IA da Anthropic cria perfil falso para enganar humano em teste de segurança cibernética

Augusto Cury anuncia Júlio Delgado como vice e propõe mudança no regime brasileiro

Empresas mineiras podem se inscrever no Prêmio Melhores em Gestão até 16 de agosto