O Google apresentou, nesta quarta-feira (12/8), a 11ª geração dos celulares Pixel. A nova família inclui Pixel 11, Pixel 11 Pro e Pixel 11 Pro XL, com foco em inteligência artificial, câmeras e desempenho. A pré-venda já começou nos Estados Unidos, com preços entre US$ 899 e US$ 1.299, e os aparelhos chegam às lojas em 20 de agosto.
A linha Pixel continua sem venda oficial no Brasil. O país não aparece entre as regiões atendidas atualmente pela Google Store.
O que muda no Pixel 11
Uma das principais mudanças está no design. No Pixel 11, a barra traseira que abriga as câmeras ficou 40% mais fina, deixando o aparelho praticamente sem saliência quando usado com uma capa oficial. Já os modelos Pro ganharam telas Super Actua de até 3.600 nits e revestimento com mais que o dobro da resistência a riscos da geração anterior.
O Pixel 11 Pro e o Pixel 11 Pro XL também estreiam o HiLight, sistema de LEDs ao redor do flash que muda de cor e padrão para indicar chamadas e interações com o Gemini sem que o usuário precise olhar para a tela.
IA ganha espaço nas câmeras
Os três celulares usam o novo Tensor G6, chip desenvolvido pelo Google para acelerar tarefas de inteligência artificial no próprio aparelho e reduzir o consumo de energia. Segundo a empresa, tarefas de IA podem ser processadas até 3,5 vezes mais rápido e com até 3,5 vezes menos energia que no Tensor G5.
Entre as novidades estão o Magic Capture, que registra fotos e vídeo ao mesmo tempo e usa IA para selecionar os melhores momentos, e o Camera Looks, que permite definir diferentes estilos de imagem já durante a captura. Os modelos Pro são vendidos com 256 GB, 512 GB ou até 1 TB de armazenamento.
