O candidato ao Governo de Minas pelo PL, Flávio Roscoe, se reuniu nesta sexta-feira (28) com representantes agro mineiro, na sede da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), em Belo Horizonte.
Foram apresentadas demandas do setor rural e discutidas propostas relacionadas ao desenvolvimento do agronegócio no estado. O presidente da Faemg, Antônio de Salvo, afirmou que a Federação pretende entregar a todos os candidatos ao governo um documento com as principais reivindicações do segmento.
Roscoe afirmou que pretende resolver os problemas do setor em até três meses.
“Comentei que o primeiro mandato do governador Romeu Zema foi um mandato bom, acima da média, mas que no segundo mandato tem muita coisa que pode melhorar. E nessa direção, que pra mim fica muito claro, assumir compromisso com eles aí, no que depende do governo, em 90 dias resolver todos os problemas, isso já era, na verdade, o nosso projeto, é destravar a Minas Gerais pra ter recursos pra fazer os investimentos que a população tanto precisa.” afirmou.
Roscoe também voltou a falar sobre a disputa eleitoral em Minas Gerais e a relação com o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro.
“Eu queria que todos os candidatos apoiassem o Flávio Bolsonaro, não somente um, mas você está na hora, quem sabe todos não o apoiem, seria melhor ainda, então para mim o apoio é ótimo, para o Flávio também, é o que o Flávio falou, ninguém nega apoio, chegar alguém te apoiando você vai achar ruim com ele, agora o candidato do Flávio sou eu, está muito claro, definido, o candidato do PL sou eu, eu represento as propostas que o Flávio quer para o Brasil e sou eu que estou defendendo esse pleito aqui em Minas agora receber apoio eu quero que os seis candidatos apoiem o Flávio.”
A declaração ocorre dias depois de Cleitinho Azevedo anunciar apoio a Flávio Bolsonaro na corrida presidencial.
Roscoe também criticou o governo federal. Ao comentar a situação econômica do país, ironizou a promessa feita pelo presidente Lula de ampliar o acesso da população à carne bovina e afirmou que, atualmente, seria preciso “rezar para comer abóbora”.
O candidato ainda defendeu uma atuação menor do Estado na economia e voltou a apresentar críticas à condução econômica do governo federal.
*Com colaboração de Arthur Madeira
