O HackTown 2026 começa nesta quinta-feira (3/9) e vai até segunda-feira (7/9) em Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas. A 10ª edição do festival de tecnologia, inovação e criatividade foi tema de entrevista na 98 News com a superintendente de comunicação da Copasa, Lucélia Morioka, uma das patrocinadoras, e o colunista Leo Souts, do Vida de Creator.
Como funciona o festival
Durante os cinco dias, a cidade inteira vira palco: escolas, bares, restaurantes e praças recebem palestras e experiências. Segundo Lucélia, a programação chega a quase 30 atividades por hora. “É uma cidade que fica pujante”, disse a superintendente da Copasa, que participou da edição anterior à pandemia.
O que a Copasa leva ao HackTown
A Copasa atende 636 municípios mineiros e vai transformar sua agência de atendimento em Santa Rita do Sapucaí na Casa Copasa durante o evento. O espaço funciona como área de descompressão para o público:
- água potável e ponto de descanso;
- carregamento de celular;
- serviço de massagem.
A empresa também patrocina o Mercado Futuro da Música, casa voltada a novos talentos e à conexão com a indústria musical.
Grupo Aliadas leva 15 lideranças e cria as Night Sessions
O grupo Aliadas, que reúne lideranças femininas do mercado de comunicação mineiro, levará cerca de 15 integrantes ao festival, com participação em painéis. A ideia partiu de Aimê, diretora comercial do Grupo Tempo. A ativação principal são as Night Sessions, encontro na sexta-feira (4) para discutir desafios e futuro do setor — bancado por agências como 18 do Brasil, Filadélfia, Kind, Comu, Lápis Raro, Ouro, Perfil, Soles e Tom Comunicação.
Quem mais patrocina o evento
Outras empresas com presença confirmada, segundo a entrevista:
- Claro — está no festival há seis anos com a Casa Claro, voltada a startups;
- Santa Casa — leva carreta oncológica e sessões de mindfulness;
- Cemig — ativação com instalações de luz e apoio a startups;
- Sistema Fecomércio (Sesc e Senac) — programação de educação, empreendedorismo e gastronomia.
Leis de incentivo viabilizam os patrocínios
Lucélia afirmou que a maior parte dos patrocínios só é possível por meio das leis de incentivo, que permitem às empresas destinar parte do imposto de renda a projetos culturais em vez de recolhê-lo. Sem esse mecanismo, avaliou, o orçamento limitado das companhias inviabilizaria a participação no formato atual.
