A confirmação de um foco da doença de Newcastle em uma criação de perus em Santa Catarina reacende o alerta sobre os impactos econômicos das doenças aviárias no comércio internacional. Além dos efeitos imediatos sobre a produção, restrições sanitárias impostas por países importadores podem reduzir as exportações, pressionar os preços no mercado interno e afetar as margens dos produtores. No Economia da Vida Real, Isaque Carlos analisa como a diversificação dos mercados compradores, a rapidez na resposta sanitária e a credibilidade do sistema de vigilância são fundamentais para reduzir perdas e preservar a competitividade do agronegócio brasileiro.
