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Cruzeiro deve negociar William e Marlon?

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Situação dos laterais cruzeirenses ainda é indefinida no clube (Reprodução: Gustavo Aleixo)

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CJ, Leandro Cabido, Rafael Miranda e Vinícius Grissi debateram a possibilidade do Cruzeiro negociar os laterais William e Marlon, colocando em foco a necessidade de planejamento e as possíveis lacunas no elenco. Leandro Cabido destacou a importância de o técnico Leonardo Jardim estar no centro das decisões sobre quem permanece e quem sai do clube.

Com o fechamento da janela internacional se aproximando, o Cruzeiro terá que contar, principalmente, com jogadores que já atuam no país até meados de abril. A turma ressalta que a necessidade de buscar novos jogadores dependerá das saídas, como a possível perda dos dois laterais. Cabido relembrou uma coletiva onde o vice-presidente Pedro Júnio, e Alexandre Mattos, CEO do clube, afirmaram nos Estados Unidos, que o Cruzeiro estava satisfeito com o elenco e não faria mais contratações até o fim da janela.

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A qualidade e o momento de William e Marlon foram analisados. Rafael Miranda lembrou que William foi convocado para a Seleção Brasileira. No entanto, o momento atual do atleta foi questionado. “A fase do William é péssima. O William está jogando muito mal esse ano”, pontua Grissi, ponderando que ele é um dos melhores jogadores do Brasil na posição.

A possibilidade de troca de William por Wanderson, do Internacional, foi criticada pelos comentaristas. Grissi complementou dizendo que ele é um bom jogador para compor o elenco, mas não para substituir William.

Os comentaristas concordam sobre a necessidade urgente de um atacante de beirada para o Cruzeiro ter mais equilíbrio no ataque. Rafael Miranda ressalta que o clube carece de jogadores de velocidade e força, ele cita Lucas Ronier, do Coritiba, como um nome interessante, com características diferentes dos atacantes que o time celeste já possui.

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Grissi criticou a alta rotatividade de jogadores no clube. “O Pedrinho comprou o Cruzeiro no meio do ano passado, certo? Já contratou 16 jogadores, 16 jogadores em menos de um ano”, questionou, ressaltando a dificuldade de formar um elenco competitivo com tantas mudanças e a necessidade de resolver os problemas internos do clube.

*Estagiária sob orientação da supervisora Jackeline Oliveira

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Laís Marques

Estudante de Jornalismo pela PUC-Minas. Estagiária do Digital da Rede 98 desde 2024. Passagens pelas assessorias de imprensa da PMMG e UEMG.

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