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STF defende uso de segurança após questionamentos sobre diárias ligadas a resort

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Segundo o STF, as equipes de segurança atuam dentro da legalidade para avaliar riscos e proteger magistrados diante de ameaças recorrentes, como publicações hostis em redes sociais e tentativas de invasão (Foto:Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil).

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O Supremo Tribunal Federal divulgou nesta sexta-feira (23/1) uma nota em defesa da atuação constitucional da segurança responsável pela proteção dos ministros da Corte. A manifestação ocorre após reportagens apontarem o uso de recursos públicos para custear diárias de agentes em uma região próxima a um resort associado à família do ministro Dias Toffoli.

Segundo o STF, as equipes de segurança atuam dentro da legalidade para avaliar riscos e proteger magistrados diante de ameaças recorrentes, como publicações hostis em redes sociais e tentativas de invasão.

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“Os ministros do STF são alvos recorrentes de ameaças, materializadas por e-mails, publicações em redes sociais, tentativas de invasão das dependências do Tribunal e outras ações criminosas. Fatos como os atos de 8 de janeiro de 2023, o atentado a bomba ocorrido em 13 de novembro de 2024 e investigações da Polícia Federal que apuram planos concretos contra autoridades evidenciam esse cenário”, destaca a nota.

O caso virou assunto a partir de relatórios do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, que registram o pagamento de diárias a agentes responsáveis pela segurança de ministros do STF. Os documentos indicam a permanência dessas equipes por períodos prolongados na região do resort Tayayá, empreendimento de alto padrão situado em Ribeirão Claro, no norte do Paraná.

O resort fica às margens de uma represa no interior do estado e teve, até 2021, participação societária de irmãos de Toffoli por meio da empresa Maridt, que é alvo de questionamentos sobre endereço de registro. Posteriormente, parte das cotas foi vendida a um fundo de investimentos ligado à gestora Reag, associada ao Banco Master.

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De acordo com o Banco Central, o Banco Master e a Reag teriam utilizado operações financeiras irregulares para ocultar a real situação da instituição, o que pode caracterizar fraude e má gestão. Diante disso, o BC interveio, decretou a liquidação do banco e encaminhou o caso para investigação.

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Kellen Lanna

Jornalista graduada pela UFSJ. Supervisora de distribuição na 98 FM/ 98 News.

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