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Baixa produtividade mantém juros altos no Brasil

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(Arquivo EBC)

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A disparidade entre o aumento do salário mínimo (155%) e o baixo crescimento da produtividade (25%) nas últimas três décadas é o motor oculto dos juros altos no Brasil. Sem ganhos reais na produção, o estímulo fiscal ao consumo gera apenas pressão inflacionária e encarece o crédito, anulando efeitos positivos de curto prazo.

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Gustavo Andrade

Mestre em Economia pela UFMG (ênfase em microeconometria e finanças), com extensão pela London School of Economics. É docente em Economia e Finanças em faculdades renomadas, além de ter atuado ativamente como gestor e estrategista de portfólios desde 2013. Atualmente, além da docência em magistério superior, também atua como gestor de risco da Virtus Nexus Asset Management.

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