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Caso Master e do INSS começaram em governo que não detectava corrupção, diz ministro da CGU

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O ministro da CGU afirmou que os casos das fraudes do banco Master e do INSS começaram em governos que não detectavam corrupção (Canal Gov/Divulgação)

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O ministro da Controladoria Geral da União, Vinicius de Carvalho, afirmou nesta quinta-feira que os casos das fraudes do banco Master e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começaram em governos que não detectavam corrupção. Ele participa do programa “Bom dia, ministro”, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Durante a entrevista, Carvalho fez uma comparação do combate à corrupção a uma cidade que tem ou não um aparelho de ressonância magnética. Ou seja, uma cidade que tem esse equipamento, combate o câncer e tem índice de pessoas com a doença. Quem não tem, não investiga e afirma não haver doentes.

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“O governo do presidente Lula é o governo em que tem ressonância magnética, é o governo em que as pessoas podem ter certeza que a CGU faz o seu trabalho, a Polícia Federal faz o seu trabalho, a receita federal faz o seu trabalho e todos os órgãos responsáveis por controle, fiscalização e investigação fazem o seu trabalho”, disse.

Ele afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não politiza o tema da corrupção. Para ele, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) citava muito o tema, mas não fazia nada sobre.

“É melhor um presidente que não politiza o tema da corrupção, como o presidente Lula não politiza e deixa as instituições trabalharem, do que um presidente que fala de corrupção todo dia como a gente tinha no Brasil e não fazia nada, não enfrentava o tema na verdade”, completou.

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O ministro citou aspectos de uma pesquisa da OCDE em que os brasileiros têm mais confiança no setor público e no combate à corrupção. Ele criticou, porém, índices que contabilizam apenas a percepção de corrupção, que teria crescido em outra pesquisa.

“Se o índice ao detectar uma percepção pior da população sobre corrupção está detectando que na verdade isso está acontecendo por conta desses casos que estão sendo descobertos, o índice tem que ser discutido, tem que ser debatido, porque o índice pode premiar a cidade que não tem ressonância magnética e qual é o sentido disso, qual é a utilidade disso”, disse.

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Larissa Reis

Graduada em jornalismo pela UFMG e repórter da Rede 98 desde 2024. Vencedora do 13° Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, idealizado pelo Instituto Vladimir Herzog. Também participou de reportagens premiadas pela CDL/BH em 2022 (2º lugar) e em 2024 (1º lugar).

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