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Bloco Magnólia leva jazz às ruas do Caiçara nesta terça-feira de Carnaval em BH

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A escolha do repertório busca desconstruir a percepção elitista do gênero musical, adaptando o formato internacional para a festa popular mineira (Rede 98)

A escolha do repertório busca desconstruir a percepção elitista do gênero musical, adaptando o formato internacional para a festa popular mineira (Rede 98)

A descentralização da folia e a democratização de ritmos marcam a agenda do Carnaval de Belo Horizonte. Nesta terça-feira, o bloco Magnólia desfila no bairro Caiçara. Um dos fundadores, Flávio Maia explica que a iniciativa surgiu do desejo de criar uma alternativa aos circuitos tradicionais.

“O Magnólia teve seu primeiro cortejo em 2014. Antes disso, 2013, eu e o pessoal do bairro a gente tinha o costume de ir para um bar, se reunir, fazer um som. E daí veio, dessa efervescência do Carnaval de Belo Horizonte, a gente como folião, vendo os blocos acontecendo assim de forma muito espontânea, eu faço: ‘Uai, por que não a gente fazer um bloco aqui no bairro?’ Muito nesta pegada de descentralizar o Carnaval, que era uma pegada na época assim da gente entender que o Carnaval ele estava muito Centro-Sul.”

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A escolha do repertório busca desconstruir a percepção elitista do gênero musical, adaptando o formato internacional para a festa popular mineira.

“A gente gosta de fazer umas coisas diferentes, então falamos assim: ‘Vamos fazer um jazz no Carnaval’. E aí temos 12 anos de estrada aí fazendo jazz em Belo Horizonte, um jazz instrumental, quebrando esse paradigma que o jazz é um estilo elitista. A gente faz um som que é um Carnaval de rua para o povo, para a galera, então assim, é um jazz democrático.”

A proposta sonora une os clássicos do jazz norte-americano às raízes da música nacional, homenageando artistas com ligação direta à comunidade de origem do bloco.

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“A gente toca além dos jazz tradicionais dos cortejos de Nova Orleans, como Duke Ellington, Louis Armstrong, a gente também traz as brasilidades. A gente toca Tim Maia, a gente toca Marco Ribas que é um cara que morou ali perto da rua Magnólia, que é o lugar onde a gente sai. Então, além de trazer este tradicional, a gente também une a nossa brasilidade no jazz.”

A concentração ocorre nas primeiras horas da manhã, garantindo uma estrutura de fácil acesso ao público.

“A partir das 8 horas, na rua Magnólia 675, esquina com a avenida Presidente Carlos Luz, dia 17, terça-feira de Carnaval. Um ponto bem tranquilo de chegar, fácil de chegar, um bom acesso.”

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Roberth R Costa

Atuo há quase 13 anos com jornalismo digital. Coordenador Multimídia. Rede 98 | 98 News

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