O Minaspetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Minas Gerais) informou que segue monitorando o abastecimento de combustíveis no estado após o governo federal acionar o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para investigar possíveis práticas comerciais de distribuidoras durante a crise no Oriente Médio.
A apuração foi solicitada pela Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), que encaminhou o caso ao órgão antitruste depois de receber informações sobre dificuldades na compra de combustíveis por postos.
Revendedores relatam restrições na venda
Nos últimos dias, o Minaspetro vinha alertando autoridades e a imprensa sobre restrições impostas por distribuidoras na venda de combustíveis, principalmente para postos de Marca Própria.
Segundo relatos de revendedores, algumas empresas estariam:
- se recusando a vender combustível, ou
- oferecendo o produto a preços considerados muito elevados, o que inviabiliza a compra.
Postos já relatam falta de combustível
De acordo com o sindicato, na noite anterior ao encaminhamento da denúncia já havia registros de postos com falta de combustível, sobretudo entre estabelecimentos de Marca Própria.
Diante do cenário, o Minaspetro reforçou o alerta às autoridades e solicitou acompanhamento da situação.
Situação segue sob acompanhamento
O sindicato informou que continuará monitorando as bases de distribuição e o abastecimento em Minas Gerais, mantendo revendedores e imprensa informados sobre eventuais desdobramentos.
