Neste 2 de abril, Dia Mundial de Conscientização do Autismo, a Santa Casa BH lançou uma websérie para ampliar o debate sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). A iniciativa tem como objetivo principal reforçar a importância do diagnóstico precoce e promover a inclusão social. Além disso, a produção busca conscientizar a sociedade da capital mineira sobre o tema, reduzindo estigmas e promovendo o respeito às diferenças.
Três episódios, com duração de até dois minutos cada, compõem a produção audiovisual. A equipe de comunicação desenvolveu o formato curto especificamente para se adaptar às atuais formas de consumo de conteúdo. Dessa forma, a Santa Casa distribuirá o material em plataformas digitais como Instagram Reels, YouTube Shorts, Spotify e Deezer, facilitando o acesso rápido à informação em saúde por meio de celulares.
Nos episódios, o público acompanha de perto a rotina e o trabalho realizado no Centro de Autismo da instituição. A série aborda desde os primeiros sinais do transtorno até o acompanhamento terapêutico e os desafios diários das famílias e dos profissionais. Consequentemente, a obra audiovisual propõe traduzir temas médicos complexos de uma maneira mais clara e próxima da população.
Atendimento especializado pelo SUS
O material também evidencia a atuação da unidade de saúde, que é referência no atendimento gratuito em Belo Horizonte. O espaço é o primeiro da cidade dedicado exclusivamente ao diagnóstico e tratamento de crianças e adolescentes com TEA pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A estrutura reúne uma equipe multidisciplinar, com neuropediatras, psiquiatras e fonoaudiólogos, oferecendo acompanhamento contínuo e ajudando a reduzir o tempo de espera pelos laudos.
Segundo o gerente de Comunicação e Marketing da Santa Casa BH, Bruno Veiga, a escolha da estratégia digital atende à mudança de comportamento do leitor e espectador. “A websérie nasce com esse propósito: traduzir temas complexos, como o autismo, de forma clara, contribuir para a conscientização sobre a inclusão, além de aproximar a instituição das pessoas e ampliar o acesso à informação em saúde”, explica.
O cuidado oferecido na unidade conta com espaços lúdicos e multissensoriais, estendendo-se também aos ambientes familiar e escolar. Para a coordenadora do Centro, Gabriella Tárcia, a comunicação é uma aliada essencial no tratamento médico. “Quanto mais levamos informação qualificada à sociedade, mais contribuímos para o reconhecimento dos sinais, o diagnóstico precoce e o acesso ao cuidado adequado”, afirma.
