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México reconhece o vira-lata caramelo como raça nacional e brasileiros reagem

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Larissa Reis

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Nas redes sociais, brasileiros reagiram com bom humor e certa dose de ciúmes (Pixabay/Divulgação)

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Uma decisão curiosa tomada no México acabou mexendo com um dos maiores “patrimônios afetivos” do Brasil: o famoso vira-lata caramelo. A Agência de Proteção Ambiental do Estado do México (Propaem) anunciou, em uma publicação nas redes sociais, o reconhecimento do chamado “cão caramelo” como uma raça mexicana e isso foi o suficiente para gerar reação imediata entre brasileiros nas redes.

No comunicado, a Propaem destacou a importância social desses cães, citando desde o trabalho em resgates até o papel como companheiros que incentivam a guarda responsável. O reconhecimento teria surgido justamente dentro de uma campanha de conscientização sobre adoção e cuidados com animais.

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Divulgação/Redes sociais

O problema, ao menos para os brasileiros, é que o “vira-lata caramelo” não é uma raça oficialmente reconhecida nem mesmo no Brasil, e muito menos no México. Instituições como a Federação Canina Internacional (FCI), referência mundial no registro de raças caninas, possuem critérios rigorosos para esse tipo de validação.

Entre as exigências estão a comprovação genética da linhagem, a existência de múltiplas famílias independentes, avaliação de comportamento e saúde, além de um acompanhamento que pode levar mais de uma década até a aceitação definitiva. Também não são aceitos cães que sejam fruto direto do cruzamento entre raças já reconhecidas.

Atualmente, o próprio México tem apenas três raças oficialmente reconhecidas por entidades especializadas: Chihuahua, Xoloitzcuintle e Cão-Lobo Mexicano. Ou seja, o “caramelo mexicano” ainda está longe de atender aos padrões internacionais.

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Nas redes sociais, brasileiros reagiram com bom humor e certa dose de ciúmes. Muitos usuários lembraram que o caramelo é praticamente um “patrimônio brasileiro não oficial”, frequentemente associado a cenas urbanas, postos de gasolina e histórias de lealdade. Em São Paulo, inclusive, o animal já foi reconhecido por lei como expressão cultural do estado.

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Larissa Reis

Graduada em jornalismo pela UFMG e repórter da Rede 98 desde 2024. Vencedora do 13° Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, idealizado pelo Instituto Vladimir Herzog. Também participou de reportagens premiadas pela CDL/BH em 2022 (2º lugar) e em 2024 (1º lugar).

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