PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

De 1995 a 2026: como Toy Story 5 resgata o legado do primeiro filme da Pixar

Siga no

Toy Story 1995 e o novo Toy Story 5: Veja o que mudou (fot: reprodução / Pixar)

Compartilhar matéria

O lançamento do trailer de Toy Story 5 nesta quinta-feira (19/2) disparou o interesse do público pelo termo “Toy Story 1995” nas plataformas de busca. O fenômeno reflete a conexão emocional de três gerações de espectadores que agora comparam o marco inicial da animação digital com a tecnologia de ponta que chegará aos cinemas em 18 de junho de 2026.

Enquanto em 1995 o xerife Woody enfrentava o medo de ser substituído por um brinquedo mais moderno — o patrulheiro espacial Buzz Lightyear —, o novo longa, dirigido por Andrew Stanton, eleva a escala do conflito. Desta vez, o grupo liderado por Woody, Buzz e Jessie precisa disputar a atenção da pequena Bonnie com dispositivos eletrônicos e inteligência artificial.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Evolução e referências ao clássico

A comparação entre as produções revela o salto técnico da Pixar nas últimas três décadas. Especialistas em animação e fãs atentos apontaram detalhes que conectam as duas eras:

Fidelidade textual: Em 1995, a renderização de superfícies orgânicas e tecidos era limitada pela capacidade de processamento da época. No trailer de 2026, é possível notar o desgaste real no plástico de Buzz e a trama individual dos fios de tecido no colete de Woody.

Vilão tecnológico: Se no primeiro filme o “inimigo” era o vizinho Sid, em Toy Story 5 a ameaça é sistêmica. Os brinquedos enfrentam um exército de 50 unidades de um dispositivo chamado LilyPad, tablets que utilizam luz azul para hipnotizar as crianças.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Dublagem icônica: A Pixar confirmou a manutenção das vozes originais de Tom Hanks (Woody) e Tim Allen (Buzz), uma estratégia para manter a identidade sonora estabelecida há 31 anos.

Easter eggs: O trailer apresenta uma cena na “creche” que replica o ângulo exato da primeira aparição de Woody no quarto de Andy em 1995, um aceno direto aos fãs nostálgicos.

Para o diretor Andrew Stanton, o objetivo é discutir a obsolescência não apenas como uma troca de objetos, mas como uma mudança de comportamento na infância contemporânea. O filme promete ser um divisor de águas, encerrando arcos iniciados na década de 90 enquanto introduz dilemas da era da conectividade total.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Compartilhar matéria

Siga no

Carol Ferraris

Jornalista, pós graduada em produção de jornalismo digital pela PUC Minas. Produtora multimídia de entretenimento na Rádio 98, com passagens pelo Estado de Minas e TV Alterosa.

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Cinema, TV e Séries

Wagner Moura é anunciado como apresentador do Oscar

Netflix lança trailer de documentário sobre Hillel Slovak sob críticas do Red Hot Chili Peppers

IndieWire elege ‘O Agente Secreto’ como melhor filme entre indicados ao Oscar 2026

Michael J. Fox e Christopher Lloyd se reencontram 40 anos após De Volta para o Futuro

Jackson Antunes passa por transplante de rim após doação da esposa

‘O Agente Secreto’ lidera ranking de crítica entre indicados ao Oscar

Últimas notícias

Zanin será novo relator de pedido de criação da CPI do Banco Master

Atacante Mastriani é registrado no BID e ganha condições para defender o América

Hypofarma anuncia fábrica de R$ 765 milhões em Montes Claros

TJMG restabelece pena de homem acusado de estuprar menina de 12 anos em Minas

Atlético x Internacional: acompanhe AO VIVO na Rede 98!

Câmara de BH aprova projeto que cria regras para internação de dependentes químicos

Parentalidade ainda impacta carreira das mulheres

Carro elétrico usado exige atenção a marcas e modelos

Na política, ser lembrado vale mais que ser visto